Pelourinho de Aguda

IPA.00001792
Portugal, Leiria, Figueiró dos Vinhos, Aguda
 
Pelourinho quinhentista, de bola composto por soco quadrangular de dois degraus, de onde surge a base e fuste liso, rematado por anel e esfera. Destaca-se a dupla base, a inferior de duas secções e a superior bastante elevada, de onde se eleva o fuste com a zona inferior prismática, permitindo a transição. Não possui um capitel, mas um simples anel, de onde arranca o remate.
Número IPA Antigo: PT021008010002
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Estrutura  Judicial  Pelourinho  Jurisdição senhorial  Tipo bola

Descrição

Estrutura em cantaria de calcário, composta por soco quadrangular de dois degraus, sobre o qual assenta coluna com cerca de 2 m. de altura, com duas ordens de bases, a inferior de pequenas dimensões e com duas secções paralelepipédicas, encimada por paralelepípedo truncado pelo fuste circular e prismático no terço inferior, permitindo a sua evolução a partir da base. Remate em pequeno anel e esfera.

Acessos

Largo D. Sancho II, na povoação da Aguda. WGS84 (graus decimais) lat.: 39,907737, long.: -8,331260

Protecção

Categoria: IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto n.º 23 122, DG, 1.ª série, n.º 231 de 11 outubro 1933

Enquadramento

Urbano. Junto à casa paroquial, ao lado de uma fonte.

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Judicial: pelourinho

Utilização Actual

Cultural e recreativa: marco histórico-cultural

Propriedade

Pública: estatal

Afectação

Autarqia local, Artº 3º, Dec. nº 23 122, 11 Outubro 1933

Época Construção

Séc. 16 (conjectural)

Arquitecto / Construtor / Autor

Desconhecido.

Cronologia

1212 - concessão de foral por D. Sancho II, onde o local é elevado a vila; séc. 16 - data provável de construção; séc. 14 - pertence à Casa de Vila Real; 1514, 12 Novembro - o foral novo foi concedido por D. Manuel, concedendo-lhe igualmente título de "Vila"; 1594, 07 Outubro - concessões anteriores confirmadas por D. Filipe; 1641 - até esta data foram donatários os Marqueses de Vila Real, que nomeavam administração e justiças; depois desta data passa à Casa do Infantado; 1712 - é da Comarca de Ourém e pertence à Casa do Infantado, na pessoa de D. Francisco e rende 275$000; tem 25 vizinhos; 1758, 23 Abril - nas Memórias Paroquiais, assinadas pelo pároco, Manuel da Silva José, é referido que a povoação pertence à Casa do Infantado, com 2 juizes ordinários, 3 vereadores, um procurador, dois almotacés e 1 escrivão; tem 270 vizinhos; 1963 - reintegração dos pedaços do pelourinho que se encontravam espalhados pela praça onde se encontrava; 1966 - restauro depois de ter sido derrubado por uma camioneta.

Dados Técnicos

Sistema estrutural autónomo.

Materiais

Estrutura em cantaria de calcário; gatos de ferro.

Bibliografia

COSTA, António Carvalho da (Padre), Corografia Portugueza…, vol. III, Lisboa, Officina Real Deslandesiana, 1712; Gazeta dos Caminhos de Ferro, 1962; MALAFAIA, E.B. de Ataíde, Pelourinhos Portugueses - tentâmen de inventário geral, Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1997; SEQUEIRA, Gustavo de Matos, Inventário Artístico de Portugal, vol. V, Lisboa, 1955; SOUSA, Júlio Rocha e, Pelourinhos do Distrito de Leiria, Viseu, 2000.

Documentação Gráfica

IHRU: DGEMN/DSID, DGEMN/DREMC

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID, DGEMN/DREMC

Documentação Administrativa

IHRU: DGEMN/DSID, DGEMN/DREMC; DGARQ/TT: Memórias Paroquiais (vol. 1, n.º 54, fol. 379-384)

Intervenção Realizada

PROPRIETÁRIO: séc. 20 - sucessivas consolidações da estrutura com gatos de ferro.

Observações

Autor e Data

Isabel Mendonça 1991 / Cecília Matias 2001

Actualização

 
 
 
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