|
|
|
Edifício e estrutura Edifício Cultural e recreativo Centro de conservação e divulgação documental Arquivo
|
Descrição
|
| Gárgulas nos ângulos: O Guarda das Pedras, O Guarda dos Papiros, o Guarda do Alfabeto, o Guarda das Ondas Hertzianas; nos ângulos interiores, as gárgulas representam O Velho e o Novo, o Bem e o Mal, a Guerra e a Paz, a Tragédia e a Comédia. |
Acessos
|
| Alameda da Universidade. VWGS84 (graus decimais) lat.: 38,754667, long.: -9,165622 |
Protecção
|
| Categoria: MIP - Monumento de Interesse Público / ZEP, Portaria n.º 740-P /2012, DR, 2.ª série, n.º 248 de 24 dezembro 2012 |
Enquadramento
|
| Urbano. |
Descrição Complementar
|
| "o edifício foi dimensionado através de um módulo de 0,90 m x 0,90 m. A estrutura modulada com lajes nervuradas de lioz, permite a construção mais rápida e económica, maior flexibilidade na articulação interna e das instalações eletromecânicas. A construção é assim compacta mas de áreas divididas. A organização interna transparece na compartimentação dos volumes exteriores, próximos da escala da zona envolvente" (CONCEIÇÃO et all). |
Utilização Inicial
|
| Cultural e recreativa: arquivo |
Utilização Actual
|
| Cultural e recreativa: arquivo |
Propriedade
|
| Pública: estatal |
Afectação
|
| DGLAB, Decreto-Lei n.º 103/2012, DR, 1.ª série, n.º 95 de 16 maio 2012 |
Época Construção
|
| Séc. 20 |
Arquitecto / Construtor / Autor
|
| ARQUITECTO Arsénio Raposo Cordeiro (Ateliers Associados A.N. de Almeida, M. Sheppard Cruz) (1982-1984); ARQUITETOS PAISAGISTAS: Ribeiro Telles e Francisco Caldeira Cabral; CANTEIROS: José Rodrigues e Júlio Mesão (1988-1990). ENGENHEIRO: Almeida D`Eça (Lusotecna); ESCULTOR: José Aurélio (1987-1990). |
Cronologia
|
| CRONOLOGIA PRÉVIA: Primeira dinastia - a documentação acompanhava a corte, terá havido um arquivo no Castelo e no Convento de Santa Marinha da Costa em Guimarães; séc. XIII - encontra-se em Lisboa na Torre da Escrivaninha da muralha fernandina junto à Igreja da Conceição Velha; Séc. XIV - com a instalação da corte no Castelo de S. Jorge a documentação é guardada na Torre de Menagem; 1378 - Fernão Lopes passa a ser o Guardador das Escrituras criando a Chancelaria Real. É nesta altura que surge o termo Torre do Tombo; Período da Expansão - os documentos, pela sua importância geopolítica passam a ter uma guarda permanente; 1755, novembro - os documentos e livros são salvos por Manuel da Maia que os coloca numa casa na praça de armas do Castelo; 1757, agosto - Manuel da Maia aluga aos freires de S. Bento duas salas, espaço que é ampliado quando são extintas as ordens religiosas. É na adega do mosteiro que são guardados os documentos mais importantes (casa-forte); 1931, 31 de junho - o arquivo nacional é designado por arquivo geral sob a tutela da Inspeção das Bibliotecas Eruditas e dos Arquivos; 1965 - passa para a tutela da Direção Geral do Ensino Superior e das Belas Artes, do Ministério da Educação. CRONOLOGIA 1982 - lançamento de concurso público para a construção da nova Torre do Tombo, ganhando o projecto o Ateliers Associados, representado pelo arquitecto Arsénio Raposo Cordeiro, com M. Sheppard Cruz e A.N. de Almeida; fica em terceiro ligar um projecto apresentado por Diogo Lino Pimentel; 1985 - lançamento da primeira pedra do novo edifício, acompanhado de cerimónia oficial. Passa para a dependência do Ministério da Cultura; 1987 - convite do escultor José Aurélio para a feitura das gárgulas; 1988-1990 - execução das gárgulas por José Aurélio em colaboração com o canteiro José Rodrigues ajudado por Júlio Mesão; 1990, 19 de julho - tem início a mudança do Arquivo do Palácio de São Bento para a nova Torre do Tombo; 21 dezembro - inauguração do edifício; 1997, 20 março - o imóvel foi afeto ao Instituto dos Arquivos Nacionais / Torre do Tombo, por Decreto-Lei n.º 60/97, DR, 1.ª série-A, n.º 67; 2007, 29 março - afetação do Arquivo à Direção-Geral de Arquivos, Decreto-Lei n.º 93/2007, DR, 1.ª série, n.º 63; 2010, 22 dezembro - proposta de classificação pela DRCLVTejo; 2011, 28 janeiro - Despacho de abertura do processo de classificação pelo diretor do IGESPAR; 17 Maio - publicação do anúncio da abertura do processo de classificação do edifício, editado em Anúncio n.º 6998/2011, DR, 2.ª série, n.º 100; 01 agosto - proposta de classificação como Monumento de Interesse Municipal pela DRCLVTejo; 10 outubro - parecer favorável à classificação pelo Conselho Nacional de Cultura; 30 Novembro - projecto de decisão relativo à classificação como Monumento de Interesse Público e fixação da respectiva Zona Especial de Protecção do edifício, publicado em Anúncio n.º 17753/2011, DR, 2.ª série, n.º 230. |
Dados Técnicos
|
| |
Materiais
|
| |
Bibliografia
|
| AFONSO, Luís U., As gárgulas da Torre do Tombo, in ARTIS, Lisboa, Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras de Lisboa, 2005, n.º 4, pp. 441-466; PEDREIRINHO, José Manuel, Dicionário de arquitectos activos em Portugal do Séc. I à actualidade, Porto, Edições Afrontamento, 1994; CONCEIÇÃO, Ana Paula, TEIXEIRA, Regina, FERREIRA, Rosária, MIGUEL, Susana, Novo Edifício da Torre do Tombo, trabalho realizado no âmbito da disciplina Metodologia em História da Arte, FLUL, 1994. |
Documentação Gráfica
|
| IHRU: DGEMN/DSID, DGEMN/DSEP, DGEMN/DREL/DRC, DGEMN/DREL/DIE |
Documentação Fotográfica
|
| IHRU: DGEMN/DSID, SIPA |
Documentação Administrativa
|
| |
Intervenção Realizada
|
| |
Observações
|
| EM ESTUDO |
Autor e Data
|
| Filomena Bandeira 2002 |
Actualização
|
| Josina Almeida 2026 |
| |
| |
|
|
| |