Farol de Vila-Real de Santo-António

IPA.00014038
Portugal, Faro, Vila Real de Santo António, Vila Real de Santo António
 
Arquitectura de comunicações do séc. 20. Farol costeiro, composto pelo edifício principal com 3 volumes, torre tronco-cónica, de tipologia semelhante à do Farol de Leça (v. PT011308050044), Farol de Aveiro e Farol da Ponta da Barca, ligada por corredor ao tardoz do volume central, edifícios anexos com arrumos, lavadouro e zonas para animais; edifício principal de planta rectangular, com fachadas de dois pisos em alvenaria, cunhais em cantaria, remate superior em cornija e platibanda, vãos de verga abatida e de verga recta. As residências existentes no edifício principal são de tipologia T2; acesso à torre através de escadaria e elevador; a lanterna apresenta sistema iluminante em óptica de cristal, direccional rotativa, de luz branca, com o alcance luminoso de 26 milhas (48 km) e altitude de 52 m.
Número IPA Antigo: PT050816020012
 
Registo visualizado 4181 vezes desde 27 Julho de 2011
 
   
   

Registo

 
Edifício e estrutura  Edifício  Comunicações  Farol    

Descrição

Planta composta pelo edifício principal, edifício da torre e anexos de apoio (lavadouro, capoeiras, arrumos). EDIFICIO PRINCIPAL: planta rectangular que articula dois corpos laterais e um central ligeiramente mais largo ligado à torre do farol por um corredor. Fachada de dois pisos disposta no sentido E.-O.. Cobertura em telhados de 4 águas, de cumeeira longitudinal nos corpos laterais e de cumeeira transversal ao plano da fachada no corpo central, revestidas a telha cerâmica tipo "marselha"; corredor de acesso à torre com cobertura em terraço; nos corpos laterais duas chaminés de grandes dimensões junto às platibandas laterais, nas prumadas das cozinhas. Fachadas rebocadas e pintadas a tinta plástica branca; molduras de vãos, cunhais, soco e cornija de cantaria. Fachada principal a N., simétrica, com tubos de queda pelo exterior, com soco e platibanda assente em cornija, com três panos delimitados por cunhais assentes sobre plintos sendo o central saliente em relação aos laterais e rematado por frontão recortado; os panos E. e O. são rasgados cada um por 8 vãos, 4 no piso térreo e 4 no piso superior, com moldura rectangular simples em cantaria; o pano central apresenta 6 vãos de verga abatida, 3 por piso; os do piso térreo têm as ombreiras assentes sobre plintos e acedidas por três degraus; os do piso superior são semelhantes, sem degraus, dando acesso a uma varanda com guarda metálica apresentando um mastro de bandeira ao centro. O vão central é encimado por painel horizontal de azulejos policromos, de 5x4 azulejos, com inscrição enquadrada por moldura em amarelo, azul e branco, com motivos de coluna entrelaçada e quadrilóbolo. Fachadas laterais a E. e O. idênticas, limitadas por cunhais, com embasamento, cornija e platibanda, com 2 portas no piso térreo, semelhantes às da fachada principal, com 4 degraus de acesso e 2 janelas no piso superior. Fachada S. idêntica à fachada N. excepto no corpo central, onde se encontra o corredor de acesso à torre do farol, apresentando um vão de janela de cada lado do corredor, idênticos aos demais. No piso superior do edifício central existe uma porta de acesso ao terraço da cobertura; tem fenestração lateral apresentando uma janela virada a O. e outra a E.. Todos os vãos são de abrir com duas folhas e bandeira fixa. INTERIOR: corpo central com paramentos pintados a branco e a amarelo claro, com lambrim de azulejo branco no vestíbulo e instalação eléctrica pelo exterior; pavimento revestido a mosaicos hidráulicos com desenhos geométricos nas cores bege, tijolo e azul e bordadura no remate com as paredes; rodapé em pedra cinzenta; armaduras com lâmpadas fluorescentes no tecto; portadas interiores de folhas em madeira pintada a tinta de esmalte creme e castanha; este corpo dá acesso lateralmente aos corpos E. e O., através de vãos de duas folhas de abrir, com vidros simples e bandeira fixa em madeira pintada a tinta de esmalte creme e castanha com moldura de cantaria. O piso térreo é composto pelo átrio de distribuição, pelas áreas técnicas no corpo E. e por duas habitações no corpo O.. No piso superior, para além do átrio de distribuição e de uma instalação sanitária comum, existem quatro habitações. Os pés direitos são de 3,50 m. Acesso ao interior do farol através de corredor que parte do corpo central, com pavimento idêntico a este último. EDIFICIO DA TORRE DO FAROL: Torre de planta circular *1 em betão armado, revestida exteriormente a marmorite pintada a branco; de forma tronco-cónica pelo exterior com 6,5 m de diâmetro na sua base e 4,7 m no topo, interiormente é cilíndrica com 3 m de diâmetro. A altura exterior da torre do farol é de 46 m, a altura do foco em relação à plataforma da estrutura de betão armado é de 3 m. Embasamento diferenciado e marcação de 10 pisos com molduras horizontais intervaladas c. de 2,5 m. No lado N. existem 6 janelas de verga abatida intercaladas alternadamente nas faixas horizontais, com caixilhos em madeira, vidros simples e com uma folha de abrir. Sobre o embasamento, e ao nível do terraço do corredor que liga o farol ao edifício principal, existe uma porta de acesso, alinhada verticalmente pela janelas. A fundação da torre desce a 6 m abaixo do terreno, ficando 3,66 m acima do nível do mar. No remate estrutural superior da torre plataforma onde assenta a lanterna, com varanda circular em consola, com apoios em bandas lombardas a toda a volta. Acesso à varanda através da antecâmara por porta rectangular. Uma pequena escada dá acesso ao varandim exterior do corpo da lanterna protegido por guarda em ferro pintado de vermelho. A lanterna do farol apresenta uma estrutura de secção circular em ferro pintado de vermelho e vidro, rematada por cúpula encimada por pequena esfera e catavento. INTERIOR: Pintado a branco, dotado de escada helicoidal pintada a tinta de esmalte cinzenta e com focinhos reforçados com cantoneira pintada a preto; guarda e corrimão metálico; revestimento do pavimento na caixa das escadas em lioz rosa e branco, formando uma rosa-dos-ventos; bomba da escada com elevador. Na zona da lanterna a antecâmara que alberga os motores de rotação é de planta circular, pintada a vermelho no exterior, com pavimento em chapa metálica rugosa pintada a preto e paredes revestidas a reguado vertical de madeira envernizada; escada metálica, de um lanço, de acesso ao piso superior; pavimento e paredes em chapa metálica em consola apoiada em cantoneiras e com ampla vidraça em todo o seu perímetro, rodeado de pequeno passadiço; tecto metálico, abobadado, sobre estrutura de perfis metálicos em "T", arqueados, albergando aparelho óptico em cristal direccional rotativo; base metálica assente sobre mercúrio, com válvulas de purga para limpeza, sobre pedestal pintado a verde com eixo espiralado em cobre.

Acessos

Estrada da Mata (EN 511) à entrada O. da vila, passando o complexo desportivo à mão direita.

Protecção

Incluído no Plano Sectorial da Rede Natura 2000: Sítio de Interesse Comunitário Ria Formosa / Castro Marim (PTCON0013) e Habitats 3170 (Charcos temporários mediterrânicos) e 5330 (Matos termomediterrânicos pré-deserticos).

Enquadramento

Peri-urbano, isolado, destacado na margem direita do rio Guadiana, junto à foz, em planície, rodeado por terrenos arenosos, no enfiamento da Av. Ministro Duarte Pacheco (antiga Rua ou Estrada do Farol). A N. encontra-se a malha ortogonal da urbe (v. PT050816020003) e o Bairro da Caixa / Bairro do Farol (v. PT050816020025), ao qual dá o nome, a S. a Mata Nacional das Dunas Litorais de Vila Real de Santo António. A E. localiza-se a zona industrial com vários edifícios (alguns pertencentes à indústria conserveira) devolutos e muito degradados, entre eles a Fábrica Comalpe (v. PT050816020051). Nas proximidades o Dispensário da Assistência aos Tuberculosos (v. PT050816020019), a Casa Parodi (v. PT050816020032), o Stand "Baliza" (v. PT050816020043) e o Edifício da Capitania do Porto (v. PT050816020017). Do topo do farol avista-se o mar, a foz do Rio Guadiana e a povoação de Ayamonte em Espanha, o novo complexo desportivo, a Ponte Internacional do Guadiana, Monte Gordo, o Sapal de Castro Marim e a Ponta de Santo António. Área delimitada por murete em alvenaria, com acesso através de portão metálico de duas folhas, passadiço em calçada de calcário acedendo à entrada principal e contornando todo o edifício.

Descrição Complementar

EPIGRAFIA: o vão central no nível térreo do edifício principal tem no seu nembo direito uma placa metálica com a inscrição "MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL / MARINHA - AUTORIDADE MARÍTIMA NACIONAL / DIRECÇÃO DE FARÓIS - CAPITANIA DO PORTO DE VRSA / FAROL DE VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO / 20 - 1 - 1923"; no piso superior o vão central é encimado por painel de azulejos com a inscrição "FAROL DE / VILA REAL / DE S.Tº ANTONIO"; na face exterior da porta de acesso à antecâmara o fabricante da lanterna/aparelho óptico colocou uma inscrição com o número de referência da estrutura: ANCIENS ETABLISSEMENTS / BARBIER, BÉNARD & TURENNE / INGÉNIEURS-CONSTRUCTEURS / Nº 16744 / USINES {PARIS.82, RUE CURIAL (19E ART) / BLANC-MISSERON (NORD) / LA FARDIÈRE PRÈS NANTES (L.INF); no pedestal central da lanterna consta uma placa de latão com inscrição do fabricante, numerando o equipamento: "ANCIENS ETABLISSEMENTS / BARBIER, BÉNARD & TURENNE / INGÉNIEURS-CONSTRUCTEURS / Nº 16743 / USINES {PARIS.82, RUE CURIAL (19E ART) / BLANC-MISSERON (NORD) / LA FARDIÈRE PRÈS NANTES (L.INF)".

Utilização Inicial

Comunicações: farol

Utilização Actual

Comunicações: farol

Propriedade

Pública: estatal

Afectação

Ministério da Defesa Nacional, Marinha de Guerra Portuguesa, Direcção de Faróis

Época Construção

Séc. 20

Arquitecto / Construtor / Autor

CONSTRUTOR (lanterna/aparelho óptico): Barbier, Bénard & Turrene; ENGENHEIRO: José Joaquim Peres (1916).

Cronologia

1866 - o Plano Geral de Alumiamento da Costa de Portugal, da autoria do Capitão de Fragata Francisco Maria Pereira da Silva, Inspector Geral de Faróis, previa a instalação de um farol na margem direita do Guadiana, junto à foz; 1884, 1 Abril - elaboração da memória descritiva por Ricardo Peyroteu e Domingos Tasso de Figueiredo; 1885 - comissão de Faróis e Balizas aprova a memória descritiva de 1884; 1916 - início da construção do farol de acordo com novo projecto *2; 1923, 23 Janeiro - entrada em funcionamento do farol; 1927, 1 Junho - electrificação do farol através de grupos motor-gerador funcionando a petróleo; o farol passa a ser iluminado da seguinte forma: pelo candeeiro de torcidas de nível constante, nos dois primeiros dias dos meses ímpares (alcance luminoso de 30 milhas); pela incandescência do vapor de petróleo, nos dois primeiros dias dos meses pares (alcance luminoso de 33 milhas); pela incandescência eléctrica com uma lâmpada de 120V/3000W, nos restantes dias de todos os meses; de acordo com "Aviso aos Navegantes nº 7, de 25 de Março de 1927"; 1947 - é ligado à rede de distribuição pública de energia eléctrica; 1954, 16 Agosto - concurso público para obras de conservação periódica; 1958, 15 Fevereiro - pedido para instalação de um elevador na torre do farol; 1960 - geradores de corrente contínua são substituídos por alternadores; 1961, 6 Março - concurso público para obras de reparação; 1976, 30 Novembro - concurso limitado para obras de reparação e beneficiação previstas como 1ª prioridade no POC 1976; 1977, 23 Setembro - concurso público para obras de reparação e conservação; 1980 - a marmorite da torre do farol encontra-se em desagregação, tendo já caído em diversas zonas com risco de atingir residentes ou visitantes; 1980, 10 Novembro - concurso público para obras de reparação exterior da torre; 1981, 15 Junho - concurso público para pintura da torre do farol; 1983, 27 Julho - passou a funcionar com lâmpada de 120V/1000W quartzline; 1989 - automatização passando a dispor de todos os automatismos necessários para colmatar qualquer falha dos sistemas principais.

Dados Técnicos

Estruturas em betão armado, betão pré-esforçado e paredes de alvenaria autoportantes. Remates em cantaria. Óptica localizada a 52 m de altitude, constituída por um aparelho giratório lenticular de Fresnel *3, de 500 mm de distância focal (3ª ordem), formado por dois painéis dióptricos-catadióptricos, que lhe garante um alcance luminoso médio de 26 milhas. Actualmente tem uma característica luminosa de relâmpagos brancos simples com um período de 6,5 segundos. A fonte luminosa principal é a electricidade.

Materiais

Paredes de alvenaria de pedra e cal, rebocadas, estucadas e pintadas ou revestidas a azulejo; cunhais, pilastras, socos, cornijas e ombreiras em cantaria; telhados em telha "marselha" de barro vermelho; portas e caixilharias exteriores em madeira e em PVC com vidros simples, portas interiores de madeira; acabamentos com tinta de esmalte e tinta plástica; lanterna de ferro e vidro com cata-vento em ferro; pavimentos em calcário, lioz, chapa de aço e mosaico hidráulico.

Bibliografia

AGUILAR, J. Teixeira de, NASCIMENTO, J. Carlos, e SANTANDREU, Roberto, Onde a terra acaba, história dos faróis portugueses, Lisboa, 1998; AGUILAR, J. Teixeira de, Faróis de Portugal - a terra ao mar se anuncia, Lisboa, Clube do Coleccionador dos Correios; Direcção de Faróis, Lista de faróis, bóias luminosas, radiofaróis, sinais de nevoeiro e sinais horários e de mau tempo, estações radiotelegráficas e de socorros a náufragos, Lisboa, Direcção de Faróis, 1955; IDEM, Faróis de Portugal, Lisboa, Direcção de Faróis da Marinha Poruguesa, Ciência Viva, 2005; Instituto Hisdrográfico, Lista de luzes, bóias, balizas e sinais de nevoeiro, Lisboa, Instituto Hidrográfico, 8ª edição, 2008; VILHENA, Francisco João, e LOURO, Maria Regina, Faróis de Portugal, Lisboa, 1995; www.cienciaviva.pt ;

Documentação Gráfica

IHRU: SIPA, DGEMN/DREMS

Documentação Fotográfica

IHRU: SIPA, DGEMN/DESA

Documentação Administrativa

IHRU: SIPA

Intervenção Realizada

1947 - com a ligação do farol à rede eléctrica pública a máquina de relojoaria que movimentava a óptica é substituída por motores de rotação; 1950, 1 Outubro - é dotado de um radiofarol *4; 1954 - o radiofarol é modificado; 1955 - obras de conservação periódica: reparação das fachadas das residências, substituição de cantarias e limpeza das restantes; reparação de soalhos e dos vigamentos nas 4 cozinhas do piso superior; impermeabilização de parte das paredes interiores da torre do farol e do varandim; 1960 - instalação do elevador; 1961 - obras de reparação: picagem dos rebocos da torre do farol, execução de novos rebocos e revestimento com marmorite para evitar entrada de humidade; reparação dos estuques interiores; caiação geral dos edifícios, pequenas reparações em caixilhos e portas; 1977 - obras de reparação e beneficiação executadas pela Direcção de Serviços Regional dos Edifícios do Sul, Évora: demolição do tecto da central eléctrica e sua construção empregando material pré-esforçado; demolição e reconstrução de alguns pavimentos nas residências; substituição de divisórias de madeira por tijolo vasado; ligeiras reparações em tectos e paredes; revisão geral da cobertura; reparação e substituição de portas em madeira; substituição de caixilhos de madeira apodrecidos em janelas de peito; substituição de alizares apodrecidos em portas interiores e janelas; substituição de madeira apodrecida numas escadas; supressão de uma fissura na cimalha da fachada N.; substituição das canalizações de esgotos nas cozinhas e casas de banho de duas residências; pinturas a tinta de água de alguns paramentos e tectos; pinturas a tinta de óleo em algumas madeiras e grades de ferro; revisão da instalação eléctrica; 1978 - obras de reparação e conservação: amarração do frontão do edifício incluindo reparação da respectiva platibanda; amarração dos cunhais; reparação do algeroz; substituição de divisórias de madeira por tijolo vasado; demolição e reconstrução de alguns pavimentos nas residências; demolição do tecto de duas residências e sua construção empregando material pré-esforçado; substituição dos guarnecimentos de aresta de madeira das portas e janelas por outros em alvenaria rebocada e caiada; reboco, esboço e caiação à esponja em paredes novas e do tecto das residências; ligeiras reparações em tectos e paredes; elementos em betão para apoio do pavimento pré-esforçado; substituição de canalizações de águas quentes e frias; tubos de ventilação em lusalite para as cozinhas e casas de banho; bancadas com lava-loiças em mármore, incluindo muretes de tijolo forrados a azulejo para o seu apoio e portas de madeira pintadas a tinta de óleo em 4 residências; armários em madeira para as cozinhas; canalizações de esgoto em PVC; substituição dos sanitários, torneiras e demais acessórios nas casas de banho de 4 residências; 1982, 29 Dezembro - auto de recepção das obras de reparação exterior da torre: picagem dos rebocos até à estrutura; aplicação de novo reboco empregando argamassa de cimento e areia ao traço 1:4 na espessura mínima de 0,02 m; revestimento da torre com marmorite na espessura de 0,005 m; pintura a tinta de borracha clorada; reparação do pavimento do varandim; 1983, 17 de Janeiro - auto de recepção das obras de pintura da torre do farol.

Observações

*1 - Foi adoptada exteriormente a secção circular por ser a mais recomendada para um menor dispêndio de material face às condições de estabilidade; *2 - Este farol foi construído com o intuíto de substituir o antigo "Farolinho de Ferro" existente na mata, a sueste deste; *3 - Em 1823, o físico Augustin Fresnel experimenta colocar uma série de anéis de vidro concêntricos, ligados em saliência uns sobre os outros com cola de peixe, em redor de uma fonte de luz; este aparelho, inspirado nas pesquisas de Buffon e Condorcet sobre a reflexão e refracção de ondas luminosas, permite que apenas uma ínfima parcela de luz se perca no horizonte, sendo a restante reconduzida à fonte e, a partir daí, ampliada novamente. Este sistema é denominado dióptrico-catadióptrico, sendo dióptrica a parte do sistema em que apenas se verifica refracção da luz e catadióptrica a parte em que existe refracção e reflexão; *4 - Em 2001 os radiofarois deixaram de funcionar por não terem interesse para a navegação.

Autor e Data

Teresa Ferreira 2009

Actualização

 
 
 
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