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Edifício e estrutura Edifício Religioso Templo Igreja paroquial
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Descrição
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Acessos
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| Largo da Igreja. WGS84 (graus decimais) lat.: 39,739539; long.: -7,296504 |
Protecção
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Enquadramento
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Descrição Complementar
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Utilização Inicial
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| Religiosa: igreja paroquial |
Utilização Actual
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| Religiosa: igreja paroquial |
Propriedade
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| Privada: Igreja Católica (Diocese de Portalegre - Castelo Branco) |
Afectação
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| Sem afectação |
Época Construção
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Arquitecto / Construtor / Autor
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| CARPINTEIRO: Bartolomeu Martins Carninho (1722). DOURADOR: Pedro José da Fonseca Botelho (1760). ENTALHADORES: Manuel Barbosa Ferreira e Diogo Nunes (1724). |
Cronologia
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| 1537 - visitação de Fr. António Lisboa, construída sobre uma ermida antiga, pela população, sendo comendador D. Fernando de Meneses; o templo estava por rebocar, tendo a nave 15 varas de comprimento e 6,5 de largura; tinha pia baptismal; capela-mor forrada, tendo altar-mor de pedra e barro com retábulo de dois palmos com a imagem do orago; arco triunfal muito baixo, a necessitar de ser alargado e alteado, pis ficar igual ao "tempo em que esta egreja era jrmida"; possuía um turíbulo, duas galhetas, um cálice, proveniente de uma igreja de Castelo Branco, uma velha de zarzaganja e, ainda, um missal; o capelaõ, Fr. Diogo Monteso, da Ordem de Cristo, tinha de rendimento 4$000 pagos pelo comendador e o pé de altar, tendo o lugar 200 almas e 50 fregueses; o comendador era obrigado a reparar a capela-mor e os fregueses a nave; o visitador achou ser necessário forrar o altar de tábuas ou de azulejos, fazer um retábulo e uma imagem da Virgem; 1722, 7 Abril - obras de carpintaria por Bartolomeu Martins Carninho, com execução do forro, cornija, coro-alto com janela almofadada, portas, confessionários, púlpitos, armários, grades torneadas para o baptistério, estrados de madeira para os altares, casa do despacho e guarda-vento, tudo em madeira de castanho; 1724 - obras dos entalhadores Manuel Barbosa Ferreira e Diogo Nunes, os quais executaram seis retábulos laterais e dois púlpitos, semelhantes aos de Santo António Castelo Branco, esta última obra sem efeito; importou em 395$000; 1760 - douramento do retábulo-mor por Pedro José da Fonseca Botelho; 1761, 24 Outubro - pintura da tribuna por 150$000. |
Dados Técnicos
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Materiais
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Bibliografia
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| HORMIGO, José Joaquim M., Visitações da Ordem de Cristo em 1505 e 1537, Amadora, 1981; SILVA, Isabel (coord.), Dicionário Enciclopédico de Freguesias, vol. IV, Matosinhos, 1997, p. 123; HORMIGO, José Joaquim Mendes, Arte e Artistas na Beira Baixa, s.l., Janeiro 1998. |
Documentação Gráfica
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Documentação Fotográfica
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Documentação Administrativa
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Intervenção Realizada
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Observações
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Autor e Data
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| Paula Figueiredo 2002 |
Actualização
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