Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção

IPA.00011909
Brasil, Ceará, Ceará, Fortaleza
 
Fortaleza.
Número IPA Antigo: BR920700580029
 
Registo visualizado 66 vezes desde 27 Julho de 2011
 
   
   

Registo

 
Edifício e estrutura  Edifício  Militar  Fortaleza    

Descrição

Acessos

Protecção

Enquadramento

Na margem esquerda do rio Pajéu.

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Militar: fortaleza

Utilização Actual

Militar: quartel

Propriedade

Afectação

Época Construção

Séc. 17 / 19

Arquitecto / Construtor / Autor

Ricardo Caar (séc. 17); António da Silva Paulet (séc. 19)

Cronologia

1612 - Martim Soares Moreno constrói um reduto que dará origem à cidade de Fortaleza; 1614 - ataque ao forte por forças francesas; 1618 - requerimento do capitão-mor, Martim Soares Moreno, a solicitar meios para reconstruir a fortaleza para fazer frente aos ataques holandeses e franceses; 1621, 11 Fevereiro - o mesmo requere 50 soldados para a construção de uma fortificação; 1624 - desembarque dos holandeses com intuito de tomarem o fortim, mas não foram bem sucedidos; 1626 - forte foi reedificado; 1627 - o governador do Maranhão achou o forte fraco e desbaratado, achando necessário e urgente refazê-lo e guarnecê-lo; 1649 - Matias Bech, em exploração da costa, escolheu a colina situada na margem esquerda do Pajeú; aqui foi implantado um forte com projecto de Ricardo Caar, recebendo a denominação de Schoonemberch, em homenagem ao governador holandês do Pernambuco; teria forma pentagonal, constituído por estacas de carnaúba e terra, e cercado de parapeito e paliçada; foi armado com 11 peças de ferro e tinha uma guarnição de 40 homens; 1654 - com o fim da ocupação holandesa o forte passou a ser denominado de Nossa Senhora da Conceição; foi construída uma capela, para além de terem sido realizadas várias obras e reparações; 1656 - o governador do Maranhão, André Vidal de Negreiros, foi autorizado por carta régia a construir um forte em pedra e cal; contudo, a ordem não foi executada; 1662 - foram realizadas algumas reparações, nomeadamente nas trincheiras; 1666 - pequenos trabalhos de manutenção; 1684 - foram realizados alguns melhoramentos; 1708 - foi apresentado um projecto da autoria de Diogo da Silveira Veloso, mas que não foi aplicado; 1728, 27 Agosto - provisão do rei ao capitão-mor do Ceará, João Baptista Furtado, sobre a edificação de uma nova fortaleza naquela capitania; 1729 - foi reunida uma comissão de engenheiros que vetou a construção de um forte de pedra e cal, preferindo a continuação de obras de manutenção; foram substituídas as madeiras existentes, de carnaúba, por outra mais resistente; 1746, 19 Novembro - provisão do rei ao capitão-mor do Ceará, João de Teive Barreto e Meneses, sobre a Companhia dos soldados que todos os anos vem de Pernambuco e sobre a necessidade de estabelecer uma Companhia efectiva em Fortaleza; 1749 - o armamento do forte era constituído por 5 peças de bronze e 7 peças de ferro, e com uma guarnição de 2 companhias; 1751 - não era mais que um presídio; 1799 - o governador da capitania, Bernardo Manuel de Vasconcelos, reclamou pelo estado de ruína a que tinha chegado o forte; 1801 - foram construídas três baterias de pedra e cal para ajudar na defesa dos ataques dos franceses; 1802 - foi construído um quartel; 1812 - forte estava reduzido a um reduto de terra batida e revestido a madeira; foram lançados os fundamentos da nova fortaleza, com traça do tenente-coronel Paulet; 1910 - foi desarmada; 1917 - foi novamente guarnecida; 1918 - foi desactivada.

Dados Técnicos

Materiais

Bibliografia

PAÇO, Afonso do, Fortaleza de Nossa Senhora da Assumpção da Capitania do Ceará Grande, 1950; DIAS, Pedro, História da Arte Portuguesa no Mundo (1415-1822). O Espaço Atlântico, Lisboa, 1999; CORREIA, João Rosado, CORRÊA, Tupã Gomes, WRIGHT, Antónia Fernanda Pacca de Almeida, STELLA, Roseli Santaella, e CORREIA, Delmira Alberto, Fortificações Portuguesas no Brasil, dos Descobrimentos à Época Pombalina. A fundação do sistema português de comunicação ultramarina. Uma redescoberta da origem cultural do Brasil, Monsaraz, 1999.

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

Documentação Administrativa

AHU: ACL (CU 17, Cx. 1, Doc. 3, 7, 98, 301)

Intervenção Realizada

Observações

EM ESTUDO

Autor e Data

Sofia Diniz 2002

Actualização

 
 
 
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