Igreja Paroquial de Cascais / Igreja de Nossa Senhora da Assunção

IPA.00011881
Portugal, Lisboa, Cascais, União das freguesias de Cascais e Estoril
 
Arquitectura religiosa, seiscentista. Igreja paroquial de planta longitudinal composta por nave única e capela-mor, ambas com coberturas interiores diferenciadas em abóbada de berço e com iluminação bilateral na capela-mor, sendo a nave iluminada pelos janelões do coro-alto; os dois volumes são ladeados por duas sacristia e anexos. Fachada principal harmónica, com corpo central rematado por frontão triangular, com portal de verga recta e moldura recortada, encimado por três janelas rectilíneas. As torres têm coberturas em coruchéus bolbosos e apresentam ventanas em todas as faces, em arcos de volta perfeita. Interior com coro-alto em cantaria, assente em arco em asa de cesto e guarda torneada, sob o qual se situa o baptistério, no lado do Evangelho. Possui quatro capelas confrontantes, três delas pouco profundas e com acessos por arcos de volta perfeita, assentes em pilastras toscanas, sendo uma da Epístola, dedicada ao Santíssimo Sacramento, profunda. Todas têm retábulos de talha dourada do estilo nacional, excepto esta última, com retábulo tardo-barroco, de planta recta e três eixos. Arco triunfal de volta perfeita, ladeado por retábulos colaterais de talha. Sobre supedâneo, retábulo-mor do estilo nacional. A nave e algumas capelas apresentam azulejo de padrão policromo seiscentista, surgindo, na nave e sacristia azulejo figurativo em monocromia, azul sobre fundo branco, de produção joanina. Igreja paroquial que, após o terramoto, assumiu o carácter de matriz, tendo assumido a tutela das duas antigas paróquias de Cascais. A fachada principal denota várias épocas de construção, sendo as torres seiscentistas, algo acanhadas em tamanho, comparando com a fachada, tardo-setecentista, com remate em frontão triangular e amplos janelões, sendo os remates dos vãos do eixo central em cornija, angular a do portal e curva a da janela. A componente ornamental do interior, pode ser considerada um notável exemplo de belo composto no contexto do barroco nacional, pela articulação do revestimento azulejar, com retábulos de madeira entalhada e dourada e pintura, alguma dela proveniente do antigo convento carmelita. A capela do Santíssimo denota uma feitura mais tardia, do início do séc. 19, com retábulo de características tardo-barrocas, onde dominam elementos marmoreados, possuindo grades douradas e azulejo em falso enxaquetado. O frontal de altar da Capela de São Miguel e Almas de inspiração flamenga, semelhante à do Convento da Esperança de Alcáçovas. A sacristia é particularmente rica, com painéis de azulejo e tectos perspectivados, com apainelados figurando elementos cristológicos. Um dos azulejos da nave toma como referência uma gravura de Caspar Luyken, publicada em 1712 em Nuremberga (CORREIA, 2011, p. 64).
Número IPA Antigo: PT031105030103
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Edifício  Religioso  Templo  Igreja paroquial  

Descrição

Planta longitudinal composta por nave, capela-mor, com anexos e torres sineiras adossadas Às fachadas laterais e posterior, de volumes articulados e escalonados, com coberturas diferenciadas em telhados de duas águas. Fachadas rebocadas e pintadas de branco, percorridas por soco em cantaria de calcário aparente, com cunhais apilastrados e remates em friso e cornija. Fachada principal virada a O. com remate em frontão triangular com óculo cego no centro e cruz latina no vértice sobre plinto paralelepipédico. É rasgada por portal de verga recta com dupla moldura recortada, sobrepujado por cornija angular assente em duas mísulas estriadas. Sobre este, três janelões rectilíneos, com molduras recortadas, o central tendo remate em cornija contracurva. O corpo é ladeado por duas torres sineiras com coberturas piramidais com pináculos nos ângulos e no vértice, tendo dois registos, o inferior com pequenas frestas de iluminação e com mostrador de relógio circular no lado direito, surgindo, no superior, quatro ventanas em arco de volta perfeita, surgindo, em cada torre, um sino. Fachada lateral esquerda virada a N. rasgada, nos corpos anexos, por porta de verga recta, ladeada por duas janelas de peitoril e encimadas por três janelas rectilíneas. O anexo da capela-mor tem porta de verga recta e moldura simples de cantaria, com acesso por três degraus. A fachada lateral direita virada a S., é semelhante, tendo, entre os dois anexos duas janelas rectilíneas; na torre sineira, uma janela semelhante com moldura saliente. Fachada posterior em empena, com pequena fresta de arejamento no corpo da capela-mor e duas janelas rectilíneas nos corpos anexos, ambos com remates em empena. Sobre a capela-mor, é visível a parede do arco triunfal, rasgada por janela em arco de volta perfeita, com moldura simples em cantaria. INTERIOR com as paredes rebocadas e pintadas de branco, possuindo silhares de azulejo, com alto rodapé do tipo seriado, encimado por painéis figurativos. Cobertura em abóbada de berço, sustentada por friso e cornija, com painel central com a representação da imagem do orago. Coro-alto em cantaria, sustentado por arco em asa de cesto e pilastras, com guarda de madeira balaustrada. A ladear o portal, protegido por guarda-vento de madeira apainelada e vidraças, duas pias de água-benta hemisféricas. O sub-coro tem abóbada de aresta, rebocada e pintada de branco, para onde abre, por arco de volta perfeita em cantaria, o baptistério. Confrontantes, duas portas de verga recta e moldura simples, de acesso aos anexos. Confrontantes, duas capelas laterais, com acesso por arcos de volta perfeita, sustentados por pilastras toscanas, e dedicadas a São Miguel e São Pedro. No lado do Evangelho, mais uma capela semelhante, dedicada a Nossa Senhora do Carmo, tendo, fronteira, uma capela profunda, com acesso por arco de volta perfeita, protegida por grades, com cobertura em abóbada de aresta, decorada por medalhões pintados a dourado, representando atributos da Paixão de Cristo. Na parede fundeira, um retábulo de talha policroma, dedicado ao Santíssimo Sacramento. Entre as duas capelas do lado do Evangelho, púlpito semicircular em cantaria, assente em mísula e com guarda balaustrada, com acesso por porta de verga recta, protegida por guarda-voz. Arco triunfal de volta perfeita, assente em pilastras toscanas, ladeado por capelas colaterais, dedicadas à Virgem. Capela-mor com cobertura em abóbada de berço, assente em frisos e cornijas e dividida em caixotões, com as paredes opstentando silhares de azulejo de padrão policromo. Sobre supedâneo, retábulo-mor de talha dourada de planta recta e corpo côncavo, de um eixo definido por seis colunas torsas e duas pilastras, que se prolongam em quatro arquivoltas, três torsas, unidas no sentido do raio e fecho em forma de cartela decorado com símbolo eucarístico. Ao centro, tribuna contendo trono expositivo de cinco degraus e maquineta com forma arquitectónica. Altar paralelepipédico, encimado por sacrário em forma de templete, ornado por colunas torsas. No lado do Evangelho acede-se à sacristia principal, de planta rectangular e tecto em abóbada de berço decorado com pintura ornamental e escudo de armas de Portugal, possuindo silhares de azulejo figurativo e amplo arcaz. No lado oposto, uma segunda sacristia, também rectangular e com tecto plano, apainelado, decorado com elementos fitomórficos. Ambas se encontram ligadas por um corredor na fachada posterior.

Acessos

Largo de Nossa Senhora da Assunção. WGS84 (graus decimais) lat.: 38,695189, long.: -9,421015

Protecção

Categoria: MIP - Monumento de Interesse Público, Portaria n.º 469/2017, DR, 2.ª série, n.º 268, 13 dezembro 2017 / Incluído na Zona Especial de Proteção Conjunta da Cidadela de Cascais (v. IPA.00006052), Fortaleza de Nossa Senhora da Luz e Torre Fortificada de Cascais (v. IPA.00006026), Forte de Santa Marta (v. IPA.00006053), Palácio dos Condes de Castro Guimarães (v. IPA.00006066), Marégrafo de Cascais (v. IPA.00006055) Casa de Santa Maria (v. IPA.00022905) e Jardim da Casa de Santa Maria (v. IPA.00030557)

Enquadramento

Urbano, isolada, integrada no jardim José Luís. Na proximidade do Forte da Cidadela (v. PT031105030006) e do antigo convento de Nossa Senhora da Piedade, actual Centro Cultural de Cascais (v. PT031105030127).

Descrição Complementar

A NAVE apresenta paredes revestidas de azulejo até meio da altura (23 azulejos de altura) organizado em 3 registos, o inferior compondo um rodapé com motivos geométricos pombalinos, o segundo com composição ornamental seriada, formando albarradas e o terceiro com painéis de composição figurativa, com cenas da vida da Virgem. A Capela baptismal encontra-se forrada a azulejo de padrão, tendo um tímpano com a representação de São Pedro, surgindo, fronteira uma espaço de culto, igualmente forrada a azulejo e com um registo, representando uma Eucaristia. As Capelas de São Miguel e Almas e as do lado do Evangelho possuem estruturas retabulares semelhantes, em talha dourada e de planta recta, com corpo côncavo, de um eixo definido por duas colunas torsas, que se prolongam em duas arquivoltas igualmente torsas e unidas por aduelas no sentido do raio, formando os remates, estando assentes em consolas. Ao centro, nichos de volta perfeita, com o fundo apainelado e decorado, contendo plintos com as imagens dos oragos. A Capela de São Miguel e Almas possui altar paralelepipédico, com frontal de altar em azulejo, composto por sanefa e sebastos decorados por imitação de bordado e ferronerie central, tendo a representação de São Miguel e das Almas, envolvidos por cartelas elípticas. Os demais altares possuem os frontais revestidos por azulejos removidos do coro-alto. No lado da Epístola, a Capela do Santíssimo, com silhar de azulejos com com elementos de padrão e com barras de mármore, tentando formar um enxaquetado, possuindo retábulo de talha policroma, de planta recta e três eixos definidos por quatro pilastras assentes em consolas e com os fustes marmoreados fingidos e ornados por elementos fitomórficos dourados. Ao centro, tribuna de volta perfeita, contendo uma tela com a representação da "Última Ceia", ladeada por apainelados marmoreados e ornados por cartelas ovaladas, de molduras recortadas e decoração marmoreada. O sotobanco apresenta apainelados ornados por festões. Remate formado por enrolamentos, criando duas falsas arquivoltas, interrompidas por cartela recortada e decorada por concheados, com elementos eucarístico dourado. Altar paralelepipédico. A SACRISTIA possui as paredes revestidas de azulejos de composição figurativa, em monocromia azul sobre fundo branco, com 19 azulejos de altura, organizados em dois registos, inferior simulando um parapeito de cantaria com cartela central sustentada por dois anjos, tendo, ao centro, uma legenda em latim explicando o episódio representado no registo superior, de temática religiosa, com cenas Bíblicas do Antigo Testamento, rodeados por molduras de elementos ornamentais arquitectónicos. Apresenta cenas do Êxodo, Livro dos Reis e Livro de Josué, com a Travessia do Mar Vermelho e cenas da Arca da Aliança, com o Transporte da Arca da Aliança, dirigido por David e a Chegada da Arca da Aliança ao Templo. Surgem, ainda, Faraó a tentar passar o Mar Vermelho. A ladear o arcaz, cena de pesca e uma alegoria ao Santíssimo, com a representação de uma custódia. Sobre uma das portas da sacristia, a inscrição: "ESTA OBRA MANDARAM FAZER A SVA CVSTA OS IRMAÕS PESCADORES NA ERA DE 1720". O tecto apresenta pintura sobre madeira, divididos em falsos painéis com molduras fingidas a estuque, com medalhão recortado central, representando uma custódia em glória, rodeada, nos ângulos, por símbolos cristológicos, como o Agnus Dei e o pelicano.

Utilização Inicial

Religiosa: igreja paroquial

Utilização Actual

Religiosa: igreja paroquial

Propriedade

Privada: Igreja Católica (Diocese de Lisboa)

Afectação

Sem afectação

Época Construção

Séc. 17 / 18

Arquitecto / Construtor / Autor

ARQUITECTO: João Nunes Tinoco (atr., séc. 17). ENTALHADOR: Estêvão da Silva (atr., 1700). OURIVES: Alexandre dos Reis Banha (1749); PINTORES: Josefa de Óbidos (1673); Mestre da Lourinhã (atr., 1534); Simões Ribeiro (1723). José Malhoa (1900); Pedro Alexandrino de Carvalho (séc. 19). PINTOR de AZULEJOS: PMP (1720, 1723). Pereira Cão (1908).

Cronologia

Séc. 16 - construção da igreja sobre uma provável necrópole visigótica; 1520-1525 - provável pintura de algumas tábuas da igreja, atribuíveis ao Mestre da Lourinhã; 1572 - gravura de Cascais de Georgius Branius na obra "Civitates Urbius Terrarum", mostrando a vila envolvida por muralha na qual surge integrada a primitiva matriz, de três naves escalonadas, surgindo a segunda no exterior das muralhas e composta pelos corpos da nave e capela-mor; 1590 - uma planta da época mostra que a igreja já está fora da muralha; 1671 - reconstrução do imóvel; provável execução do retábulo de talha e apeamento do anterior, sendo reaproveitadas parte das tábuas; séc. 17 - pintura dos azulejos padrão da capela-mor e da Capela das Almas; 1673 - pintura de um Menino Jesus por Josefa de Óbidos; 1681, 21 Dezembro - inauguração do imóvel, após longas obras de reforma, instigadas pelo capitão Domingos Ribeiro de Gouveia, Manuel Teixeira e Inocêncio Martins, conforme risco atribuível a João Nunes Tinoco; colocação do Santíssimo na igreja, proveniente da Capela do Socorro onde esteve arrecadado; feitura do azulejo de padrão da capela baptismal; 1700 - provável execução do retábulo-mor , atribuível a Estêvão da Silva, segundo desenho do arquitecto João Nunes Tinoco; 1720 - pintura dos azulejos da sacristia por P.M.P., por encomenda da Irmandade dos Marítimos; 1723 - feitura de um tecto perspectivado por Simões Ribeiro; 1748 - pintura dos azulejos da nave; 1749 - execução de uma custódia de prata dourada, por Alexandre dos Reis; 1755, 1 Novembro - a igreja fica em ruína na sequência do terremato, tendo caído o coro e a fachada principal a ameaçar ruína; 1758 - nas Memórias Paroquiais, assinadas pelo reitor Manuel Marçal da Silveira, é referido que a igreja se achava reconstruída a fundamentis, a expensas da Irmandade do Santíssimo, composta apenas por homens do mar; a povoação pertencia ao Patriarcado de Lisboa, comarca de Torres Vedras, com duas freguesias, Nossa Senhora da Assunção, a freguesia velha, e Ressurreição de Cristo, a Igreja nova; a igreja da Assunção ficava no termo da vila, com sete altares, o mor, com a padroeira, o colateral do Evangelho, com Nossa Senhora da Conceição, tendo, no lado oposto o de Nossa Senhora das Candeias; as capelas laterais do Evangelho eram dedicadas ao Senhor Jesus Crucificado e de São Pedro, surgindo, no lado oposto, o das Almas e de São Miguel Arcanjo; a tribuna do retábulo-mor era à moderna e dourada; tinha a Irmandade do Santíssimo Sacramento, com duas sacristia, a da igreja e a da irmandade; tem as Irmandades de São Miguel e das Almas; o pároco era reitor, apresentando pelo Patriarca de Lisboa, com uma congrua de 3 moios de trigo, uma pipa de vinho e 20$000; séc. 19, início - reconstrução da Capela do Santíssimo a expensas de D. Inês Margarida Antónia da Cunha, que mandou fazer as grades a um artífice local e o quadro a Pedro Alexandrino de Carvalho; 1834 - na sequência da extinção das ordens religiosas, algumas telas de Josefa de Óbidos, provenientes do convento de Nossa Senhora da Piedade, passam para a nave da igreja; 1840, 17 Maio - é criada a paróquia de Nossa Senhora da Assunção e Ressurreição de Cristo, englobando as duas paróquias que existiam; 1898 - oferta do órgão por Jorge O'Neil; 1900 - pintura do painel do tecto por José Malhoa, por encomenda da rainha D. Amélia; 1908 - colocação de azulejos na nave, pintados por Pereira Cão; 1973 - reconstrução da igreja; 1933 - exame de algumas pinturas da igreja, efectuadas por Carlos Bonvalot; 1969 - obras na Capela de São Miguel das Almas, põem a descoberto um frontal em azulejo, que se encontrava escondido por um de madeira; feitura dos frontais de altar das capelas, reaproveitando azulejos; 2010, 01 junho - proposta de classificação do edifício pela CMCascais; 2011, 23 setembro - proposta de abertura do processo de classificação pela DRCLVTejo; 28 setembro - Despacho de abertura do processo de classificação pelo diretor do IGESPAR; 2013, 05 março - publicação da abertura do procedimento de classificação do edifício em Anúncio n.º 93/2013, DR, 2.ª série, n.º 45.

Dados Técnicos

Sistema estrutural de paredes portantes.

Materiais

Estrutura em alvenaria mista, rebocada e pintada; modinaturas, pináculos, cornijas, pilastras, pavimentos, pias de água benta, pia baptismal, bacia do púlpito em cantaria de calcário; portas, guarda-vento, guarda do coro-alto e púlpito, coberturas, retábulos em madeira; tectos com elementos em estuque decorativo; guardas e grades em ferro forjado; painéis de azulejo; janelas com vidro simples.

Bibliografia

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Documentação Gráfica

IHRU: DGEMN/DSID; CMC: Departamento de Urbanismo e Infraestruturas

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID, SIPA

Documentação Administrativa

Proprietário

Intervenção Realizada

PROPRIETÁRIO: séc. 20, década de 90 - obras de conservação e beneficiação geral; 2009 / 2010 - obras de recuperação dos elementos decorativos, coberturas e rebocos e pinturas.

Observações

Autor e Data

Teresa Vale e Maria Ferreira 2002 / Paula Figueiredo 2010

Actualização

 
 
 
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