|
|
|
Edifício e estrutura Edifício Cultural e recreativo Casa de espetáculos Cine-teatro
|
Descrição
|
| |
Acessos
|
| Avenida General Humberto Delgado; Alameda da Liberdade. WGS84: 39º49'27.57''N., 7º29'27.31''O. |
Protecção
|
| |
Enquadramento
|
| |
Descrição Complementar
|
| |
Utilização Inicial
|
| Cultural e recreativa: cine-teatro |
Utilização Actual
|
| Cultural e recreativa: cine-teatro |
Propriedade
|
| Pública: municipal |
Afectação
|
| |
Época Construção
|
| Séc. 20 |
Arquitecto / Construtor / Autor
|
| ARQUITECTOS: Albertino Crujeiro Galvão Roxo e Raul César Caldeira (projecto inicial); Luís Marçal Grilo (projecto de recuperação). DECORADOR: Manuel de Sousa. EMPREITEIROS: Ricardo Esquível Teixeira Duarte e Empresa Construtora Abrantina. ENGENHEIRO: Marques Sequeira. |
Cronologia
|
| 1946 - a empresa Cine Teatro Vaz Preto adquiriu uma parcela de terreno na Devesa para a construção de um Cine-Teatro; sucede-se a execução do projecto, da autoria dos arquitectos Raul César Caldeira e Alberto Crujeiro Galvão Roxo; 1950, Abril - inicia-se a construção do imóvel, sendo os alicerces abertos pela empresa de Ricardo Esquivel Teixeira Duarte e a restante obra pela Empresa Construtora Abrantina; a instalação eléctrica foi projectada pelo engenheiro Marques Sequeira, a decoração e o mobiliário adquirido no Porto, a Manuel de Sousa, a aparelhagem à empresa Philipps Portuguesa e os cristais à Empresa Cristal de Alcobaça; a obra importou em 7.000.000$00; 1954, 2 Outubro - inauguração do teatro com as peças " Prémio Nobel " e " Ceia dos Cardeais ", levadas à cena pela Companhia Amélia Rey Colaço e Robles Monteiro; 1986, 22 Agosto - atingido por um incêndio que destrói o interior; 2000, 23 Setembro - após obras de reconstrução, com projecto de L. Marçal Grilo, o edifício reabre ao público com um concerto pela Orquestra Gulbenkian, a que se sucedeu a representação da peça " Guerras de Alecrim e Manjerona ", encenadas por Paulo Matos. |
Dados Técnicos
|
| |
Materiais
|
| |
Bibliografia
|
| VI Encontro Nacional de Programadores Culturais (resumo das comunicações de João Aidos "Equipamentos - radiografia do país" e "A Rede Nacional e Municipal de Equipamentos Culturais"), Aveiro, Associação Portuguesa de Programadores Culturais, Março 2003 (policopiado); Cine-Teatro de Castelo Branco - a província já não é o que era, in Diário de Notícias, 03/02/2002; FERNANDES, José Manuel, Cinemas de Portugal, Lisboa, 1995; Ordem dos Arquitectos, http://www.iapxx.arquitectos.pt/, Agosto 2006; SANTOS, Manuel Tavares dos, Castelo Branco na História e na Arte, Porto, 1958; SILVEIRA, António, AZEVEDO, Leonel e D'OLIVEIRA, Pedro Quintela, O Programa POLIS em Castelo Branco - álbum histórico, Castelo Branco, 2003. |
Documentação Gráfica
|
| |
Documentação Fotográfica
|
| IHRU: DGEMN/DSID; IPAE |
Documentação Administrativa
|
| |
Intervenção Realizada
|
| |
Observações
|
| |
Autor e Data
|
| Filomena Bandeira 2002 |
Actualização
|
| |
| |
| |