Cine-Teatro Avenida de Castelo Branco

IPA.00010547
Portugal, Castelo Branco, Castelo Branco, Castelo Branco
 
Arquitectura cultural, do séc. 20. Cine-teatro com capacidade para 703 lugares
Número IPA Antigo: PT020502050087
 
Registo visualizado 184 vezes desde 27 Julho de 2011
 
   
   

Registo

 
Edifício e estrutura  Edifício  Cultural e recreativo  Casa de espetáculos  Cine-teatro  

Descrição

Acessos

Avenida General Humberto Delgado; Alameda da Liberdade. WGS84: 39º49'27.57''N., 7º29'27.31''O.

Protecção

Enquadramento

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Cultural e recreativa: cine-teatro

Utilização Actual

Cultural e recreativa: cine-teatro

Propriedade

Pública: municipal

Afectação

Época Construção

Séc. 20

Arquitecto / Construtor / Autor

ARQUITECTOS: Albertino Crujeiro Galvão Roxo e Raul César Caldeira (projecto inicial); Luís Marçal Grilo (projecto de recuperação). DECORADOR: Manuel de Sousa. EMPREITEIROS: Ricardo Esquível Teixeira Duarte e Empresa Construtora Abrantina. ENGENHEIRO: Marques Sequeira.

Cronologia

1946 - a empresa Cine Teatro Vaz Preto adquiriu uma parcela de terreno na Devesa para a construção de um Cine-Teatro; sucede-se a execução do projecto, da autoria dos arquitectos Raul César Caldeira e Alberto Crujeiro Galvão Roxo; 1950, Abril - inicia-se a construção do imóvel, sendo os alicerces abertos pela empresa de Ricardo Esquivel Teixeira Duarte e a restante obra pela Empresa Construtora Abrantina; a instalação eléctrica foi projectada pelo engenheiro Marques Sequeira, a decoração e o mobiliário adquirido no Porto, a Manuel de Sousa, a aparelhagem à empresa Philipps Portuguesa e os cristais à Empresa Cristal de Alcobaça; a obra importou em 7.000.000$00; 1954, 2 Outubro - inauguração do teatro com as peças " Prémio Nobel " e " Ceia dos Cardeais ", levadas à cena pela Companhia Amélia Rey Colaço e Robles Monteiro; 1986, 22 Agosto - atingido por um incêndio que destrói o interior; 2000, 23 Setembro - após obras de reconstrução, com projecto de L. Marçal Grilo, o edifício reabre ao público com um concerto pela Orquestra Gulbenkian, a que se sucedeu a representação da peça " Guerras de Alecrim e Manjerona ", encenadas por Paulo Matos.

Dados Técnicos

Materiais

Bibliografia

VI Encontro Nacional de Programadores Culturais (resumo das comunicações de João Aidos "Equipamentos - radiografia do país" e "A Rede Nacional e Municipal de Equipamentos Culturais"), Aveiro, Associação Portuguesa de Programadores Culturais, Março 2003 (policopiado); Cine-Teatro de Castelo Branco - a província já não é o que era, in Diário de Notícias, 03/02/2002; FERNANDES, José Manuel, Cinemas de Portugal, Lisboa, 1995; Ordem dos Arquitectos, http://www.iapxx.arquitectos.pt/, Agosto 2006; SANTOS, Manuel Tavares dos, Castelo Branco na História e na Arte, Porto, 1958; SILVEIRA, António, AZEVEDO, Leonel e D'OLIVEIRA, Pedro Quintela, O Programa POLIS em Castelo Branco - álbum histórico, Castelo Branco, 2003.

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID; IPAE

Documentação Administrativa

Intervenção Realizada

Observações

Autor e Data

Filomena Bandeira 2002

Actualização

 
 
 
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