Pelourinho de Bobadela

IPA.00001009
Portugal, Coimbra, Oliveira do Hospital, Bobadela
 
Pelourinho quinhentista, de pinha cónica torsa, com soco quadrangular de quatro degraus, de onde evolui a coluna, com base cúbica e fuste torso, que se interrompe no capitel e elemento circular onde se apoia o remate em pináculo torso. Apesar da simplicidade do Pelourinho, ostenta alguns elementos decorativos manuelinos, nomeadamente na zona do capitel e na peça de onde arranca o remate, com farta decoração fitomórfica.
Número IPA Antigo: PT020611040004
 
Registo visualizado 339 vezes desde 27 Julho de 2011
 
   
   

Registo

 
Edifício e estrutura  Estrutura  Judicial  Pelourinho  Jurisdição senhorial  Tipo pinha

Descrição

Estrutura em cantaria de granito, composta por soco quadrangular de quatro degraus, onde assenta coluna sobre base cúbica com moldura em meia cana. O fuste é formado por um feixe de colunelos torsos, com capitel quadrado e peça circular decorada, de onde evolui o remate em pináculo cónico torso.

Acessos

Rua Manuel Anjos Mendes. WGS84 (graus decimais) lat.: 40,360528; long.: -7,892727

Protecção

Categoria: IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto nº 23 122, DG, 1ª série 231 de 11 outubro 1933

Enquadramento

Urbano, destacado, ao lado de arco romano em frente à Igreja.

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Judicial: pelourinho

Utilização Actual

Cultural e recreativa: marco histórico-cultural

Propriedade

Pública: estatal

Afectação

Autarquia local, Artº 3º, Dec. nº 23 122, 11 Outubro 1933

Época Construção

Séc. 16 (conjectural)

Arquitecto / Construtor / Autor

Desconhecido.

Cronologia

1256 - concessão de foral por D. Afonso III; 1513, 15 Outubro - D. Manuel outorgou foral, na sequência do qual terá sido construído o pelourinho; 1708 - a povoação, com 250 vizinhos, é da Coroa, mais precisamente do Infante D. Francisco, por estar em demanda com o Marquês de Minas, que a pretendia; antes pertencia a Luís Freire de Andrade; tem 2 juízes ordinários, 2 vereadores, procurador do concelho, escrivão da câmara, e tabelião; 1758, 20 Março - nas Memórias Paroquiais é referido que a povoação, com 102 fogos, pertence à Comarca de Linhares e à Casa do Infantado, na pessoa do seu representante, o Príncipe D. Pedro; tem 2 juizes oridnários, 3 vereadores, um procurador e dois escrivães, um público e outro do almoxarife.

Dados Técnicos

Sistema estrutural autónomo.

Materiais

Estrutura em cantaria de granito.

Bibliografia

COSTA, António Carvalho da (Padre), Corografia Portugueza…, vol. II, Lisboa, Valentim da Costa Deslandes, 1708; MALAFAIA, E.B. Ataíde, Pelourinhos Portugueses - tentâmen de inventário geral, Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1997; http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/73332 [consultado em 23 agosto 2016].

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Administrativa

DGARQ/TT: Memórias Paroquiais (vol. 7, n.º 28, fl. 925-928)

Intervenção Realizada

Nada a assinalar.

Observações

Autor e Data

João Cravo e Horácio Bonifácio 1992

Actualização

 
 
 
Termos e Condições de Utilização dos Conteúdos SIPA
 
 
Registo| Login