Pelourinho de Vila Cova de Alva

IPA.00001005
Portugal, Coimbra, Arganil, União das freguesias de Vila Cova de Alva e Anseriz
 
Pelourinho quinhentista de pinha cónica, com base quadrangular de três degraus e fuste octogonal, encimado por pináculo decorado por cogulhos. O capitel é apenas esboçado pelo desaparecimento dos chanfros do fuste, evidenciando-se pelos cantos decorados. Remate apresentando decoração zoomórfica.
Número IPA Antigo: PT020601180005
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Estrutura  Judicial  Pelourinho  Jurisdição eclesiástica  

Descrição

Estrutura em cantaria de granito, composta por soco quadrangular de dois degraus onde assenta a base do pelourinho, apresentando acentuado rebordo e caixa onde se insere a base da coluna, prismática quadrangular com faces decoradas, donde se eleva o fuste com três molduras salientes, chanfrado até à altura do capiltel que retoma a forma quadrangular com os cantos decorados. Remate de base circular terminando em mesa quadrada com chanfros e rosetas, alternadamente, e sobre a qual assenta uma pirâmide com os ângulos golpeados, simulando escamas, terminando com uma peça onde parece existir uma figura de expressão zoomórfica.

Acessos

Praça Dr. Luís da Costa Faria. WGS84 (graus decimais) lat.: 40,283160; long.: -7,942254

Protecção

Categoria: IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto nº 23 122, DG, 1ª série, n.º 231 de 11 outubro 1933

Enquadramento

Urbano, destacado, implantado na praça onde se encontra a Igreja da Misericórdia (v. PT020601180017).

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Judicial: pelourinho

Utilização Actual

Cultural e recreativa: marco histórico-cultural

Propriedade

Pública: estatal

Afectação

Autarquia local, Artº 3º, Dec. nº 23 122, 11 Outubro 1933

Época Construção

Séc. 16

Arquitecto / Construtor / Autor

Desconhecido.

Cronologia

1514, 22 Setembro - concessão de foral por D. Manuel I *1; provável construção do pelourinho; 1708 - denominada Vila Cova de Subavô; a povoação, com 250 vizinhos, pertence aos bispos de Coimbra, sendo da Provedoria da Guarda; tem juiz ordinário, 2 vereadores, procurador do concelho, escrivão da câmara e 3 tabeliães; 1758 - nas Memórias Paroquiais, é referido que a povoação, com 195 fogos, é da Comarca de Arganile e tem câmara e juízes ordinários.

Dados Técnicos

Sistema estrutural autónomo.

Materiais

Estrutura em cantaria de granito.

Bibliografia

COSTA, António Carvalho da (Padre), Corografia Portugueza, vol. II, Lisboa, Valentim da Costa Deslandes, 1708; MALAFAIA, E.B. de Ataíde, Pelourinhos Portugueses - tentâmen de inventário geral, Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1997; http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/15264305 [consultado em 11 agosto 2016].

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Administrativa

DGARQ/TT: Memórias Paroquiais (vol. 43, n.º 489, fl. 518)

Intervenção Realizada

Nada a assinalar.

Observações

*1 - o facto de ser denominada por Vila Cova, nome comum a várias povoações portuguesas, leva a não ser absoluta a certeza de que o foral dado por D. Manuel a Vila Cova, da Província da Beira, se reporte à actual Vila Cova do Alva (MALAFAIA, 1997).

Autor e Data

João Cravo 1993 / Cecília Matias 2001

Actualização

 
 
 
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