Pelourinho de Pendilhe

IPA.00004281
Portugal, Viseu, Vila Nova de Paiva, Pendilhe
 
Pelourinho quinhentista, de bloco prismático, com soco quadrangular de três degraus e fuste octogonal. Fuste com o terço inferior quadrado, enconstrando-se superiormente em forma de chanfra.
Número IPA Antigo: PT021822030004
 
Registo visualizado 310 vezes desde 27 Julho de 2011
 
   
   

Registo

 
Edifício e estrutura  Estrutura  Judicial  Pelourinho  Jurisdição régia  Tipo bloco

Descrição

Estrutura em cantaria de granito, composta por soco quadrangular de três degraus, talhados em esquadria, sem rebordo. Fuste monolítico de base quadrada até cerca de, sensivelmente, um terço de altura e de secção oitavada incluindo o topo. Remate prismático em forma de cubo, assente sobre o fuste, sem afeiçoamento em capitel e chanfrado nos ângulos inferiores. Superfícies rebaixadas formando apainelados debruados por friso em moldura delimitada por sulco a toda a volta. As quinas superiores elevam-se, ultrapassando ligeiramente a face cimeira. Como pináculo, ao centro do prisma, peça tronco-crónica.

Acessos

EN 225, ao Km 78,1, para Pendilhe, ao fundo da aldeia no Largo da Praça. WGS84 (graus decimais) lat.: 40,906920; long.: -7,837928

Protecção

Categoria: IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto n.º 23 122, DG, 1.ª série, n.º 231 de 11 outubro 1933

Enquadramento

Urbano, a meia encosta, isolado, em pequeno largo junto à via pública, rodeado por casas de estilo rural.

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Judicial: pelourinho

Utilização Actual

Cultural e recreativa: marco histórico-cultural

Propriedade

Pública: municipal

Afectação

Sem afectação

Época Construção

Séc. 16

Arquitecto / Construtor / Autor

Desconhecido.

Cronologia

Séc. 13 - a povoação já existe; 1258 - referência à povoação nas Inquirições de D. Afonso III; 1514- concessão de foral por D. Manule I; construção do pelourinho; 1708 - a povoação tem 160 vizinhos e é do rei; tem juiz ordinário, 2 vereadores, procurador do concelho, escrivão da câmara, juiz dos órfãos, tabelião; 1758 - nas Memórias Paroquiais é referido que a povoação, com 88 fogos, é do rei; tem juiz ordinário e oficias da câmara.

Dados Técnicos

Sistema estrutural autónomo.

Materiais

Estrutura em cantaria de granito.

Bibliografia

AZEVEDO, Correia de, Terras com Foral ou Pelourinho das Províncias do Minho, Trás-os-Montes e Alto Douro e Beiras, Porto, 1967; COSTA, António Carvalho da (Padre), Corografia Portugueza…, vol. II, Lisboa, Valentim da Costa Deslandes, 1708; GAMA, C. Manuel Fonseca da, Terras do Alto Paiva, Memória histórico-geográfica e etnográfica do Concelho de Vila Nova de Paiva, Lamego, 1940; MALAFAIA, E.B. de Ataíde, Pelourinhos Portugueses - tentâmen de inventário geral, Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1997; REAL, M. Guedes, Revista da Beira Alta, vol. XVI, nºs. III e IV, 1957; SOUSA, Júlio Rocha e, Pelourinhos do Distrito de Viseu, Viseu, 1998.

Documentação Gráfica

IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Administrativa

IHRU: DGEMN/DSID; DGARQ/TT: Memórias Paroquiais (vol. 28, n.º 112, fl. 729-734)

Intervenção Realizada

Nada a assinalar.

Observações

Autor e Data

João Carvalho 1997

Actualização

 
 
 
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