Fonte de Aroche

IPA.00033066
Portugal, Beja, Moura, União das freguesias de Safara e Santo Aleixo da Restauração
 
Arquitetura infraestrutural, barroca. Fonte com depósito cúbico protegido por corpo de 4 arcadas cobertas por cúpula morfologicamente semelhante à da torre sineira da igreja de Santo Aleixo da Restauração (v. PT040210020060).
Número IPA Antigo: PT040210050074
 
Registo visualizado 156 vezes desde 27 Julho de 2011
 
   
   

Registo

 
Edifício e estrutura  Estrutura  Hidráulica de elevação, extração e distribuição  Chafariz / Fonte  Chafariz / Fonte  Tipo mergulho

Descrição

Acessos

Rua da Fonte de Aroche

Protecção

Incluído no Plano Sectorial da Rede Natura 2000: Sítio de Interesse Comunitário Moura/Barrancos (PTCON0053)

Enquadramento

Urbano, isolado, no extremo SE. da povoação, no ancestral caminho que conduz à vizinha povoação espanhola de Aroche.

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Hidráulica: chafariz

Utilização Actual

Hidráulica: chafariz

Propriedade

Pública: municipal

Afectação

Sem afectação

Época Construção

Séc. 18 / 20

Arquitecto / Construtor / Autor

Cronologia

1758 - as Memórias Paroquiais referem que a fonte "que se diz por tradição, que fora obra del Rey D. Diniz, he de água tão excelente, que se affirma não haver outra como ella, em distância de muitas leguas, por singular na bondade; tem usado della alguns Arcebispos de Évora sem fazer caso da distância de quinze léguas, que tantas dista daquela Cidade, e pessoas de varias partes com dispêndio"; 1760, c. de - construção da cúpula de molde a evitar a entrada de detritos, sendo utilizados, para reforçar a base dos pilares, alguns blocos de mármore provenientes das obras de reconstrução da igreja de Santo Aleixo da Restauração (v. PT040210020060); 1760, após - entaipamento da arcada S. que era pouco utilizada; 1930, c. de - o depósito da fonte abaixo do nível do solo, era cúbico, com c. de 4m2, escavado em rocha vulcânica, compacta e muito dura, de coloração azul esverdeada; nas paredes rochosas do depósito, 80cm acima do nível do pavimento exterior, elevavam-se, quatro paredes, em blocos de duro mármore, formando o bocal retangular que permitia o acesso à água pelos seus quatro lados; a face virada a N., do lado da aldeia, era a mais frequentemente utilizada, como testemunham os sulcos mais profundamente cavados, do roçagar continuado das cordas dos caldeirões utilizados no enchimento dos cântaros; no extradorso da cobertura encontrava-se ainda o cronograma, em numeração romana, relativo à data de construção da cúpula; 1963 - tentativa de aumentar o caudal, aprofundando-se o depósito apenas c. de 50cm dada a dureza da rocha.

Dados Técnicos

Materiais

Bibliografia

Almanaque Alentejano

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

Documentação Administrativa

Intervenção Realizada

Observações

EM ESTUDO. *1 - a água desta fonte abastecia o Paço Ducal de Vila Viçosa (PT040714, transportada numa grande pipa de madeira montada sobre um carro puxado por uma parelha.

Autor e Data

Rosário Gordalina 2012

Actualização

 
 
 
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