Gravuras rupestres de Monte de Góios

IPA.00025403
Portugal, Viana do Castelo, Caminha, Lanhelas
 
Sítio pré-histórico. Arte rupestre. Segundo António Martinho Baptista, constitui um dos mais ricos complexos inscultóricos da arte rupestre da Pré-história conhecidos no Noroeste de Portugal.
Número IPA Antigo: PT011602110129
 
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Registo

 
Sítio  Sítio pré e proto-histórico  Arte rupestre      

Descrição

Acessos

Lanhelas

Protecção

Em vias de classificação

Enquadramento

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Não aplicável

Utilização Actual

Não aplicável

Propriedade

Afectação

Época Construção

Arquitecto / Construtor / Autor

Não aplicável

Cronologia

2005, 17 outubro - pedido de classificação das lajes insculturadas pela COREMA; 2006, 06 abril - despacho do presidente do IPPAR a determinar que se aguarde pela conclusão da A28 / IC1, tendo em vista analisar a eventual descaracterização de elementos gravados ou da sua envolvente e estudar a totalidade das gravuras; 04 maio - dá-se conhecimento do despacho aos proponentes da classificação; 02 novembro - início da construção da ligação do ICT / A28 à EN 13, com apoio da empresa de arqueologia Euroscut Norte, mas que pôs em perigo o santuário de gravuras rupestres na encosta ocidental e meridional do Monte de Góis, deslocando, fragmentando e soterrando as lajes, algumas insculturadas, que ainda não haviam sido identificadas e inventariadas pelos arqueólogos; no seguimento de uma providência cautelar intentada pela Junta de Freguesia de Lanhelas e Associação de Defesa do Património Corema, o Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga manda suspender as obras; 2017, 27 fevereiro - proposta da DRC do Norte para a abertura de procedimento de classificação de âmbito nacional das Gravuras Rupestres do Monte de Góios; 2018, 10 novembro - despacho de abertura da diretora-geral da DGPC; 2019, 15 janeiro - publicação da abertura de procedimento de classificação das Gravuras Rupestres do Monte de Góios, em Anúncio n.º 12/2019, DR, 2.ª série, n.º 10/2019; 08 outubro - publicação da Declaração de Retificação n.º 774/2019, DR, 2.ª série, n.º 193/2019, relativa à abertura do procedimento de classificação das Gravuras Rupestres do Monte de Góios, as quais incluem Bouça Velha, Boucinha 1, Boucinha 2, Boucinha 3, Cachadinha 1, Cachadinha 2, Carvalheiras 1, Carvalheiras 2, Carvalheiras 3, Carvalheiras 4, Castelão 1, Cruzeiro Velho 1, Cruzeiro Velho 2, Cruzeiro Velho 3, Cruzeiro Velho 4, Cruzeiro Velho 5, Cruzeiro Velho 6 e Laje das Fogaças, nas freguesias de Linhares e Vilar de Mouros.

Dados Técnicos

Materiais

Bibliografia

GOMES, Paulo - «Ambientalistas denunciam destruição de arte rupestre em Caminha». In Diário do Minho. 12 janeiro 2007; «Santuário. Itinerário agora com obras suspensas foi declarado em desconformidade ambiental». In Visão, 18 janeiro 2007; COREMA - Associação de Defesa do Património - «Monte de Góis Crónica de Anunciado». In Caminhense. 19 janeiro 2007.

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

Documentação Administrativa

Intervenção Realizada

Observações

EM ESTUDO

Autor e Data

Paula Noé 2007

Actualização

 
 
 
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