Casa da Andorinha

IPA.00002192
Portugal, Viana do Castelo, Arcos de Valdevez, União das freguesias de Arcos de Valdevez (São Paio) e Giela
 
Arquitetura residencial, seiscentista, setecentista e oitocentista. Casa-torre de planta em L, irregular, integrando a torre no ângulo exterior das alas, e com fachadas evoluindo em dois pisos, possuindo capela separada. Fachadas rebocadas e pintadas, terminadas em friso e cornija, e rasgadas por vãos retilíneos. A fachada principal revela a divisão social do espaço, com adega e lojas no piso térreo, rasgado por portas e janelas jacentes, e o andar nobre por janelas de sacada, tendo ao centro escada de cantaria com balcão. No interior, os salões inter-comunicantes virados a esta fachada, possuem tetos em gamela, um deles com brasão. A torre é mais alta e em cantaria aparente, com pilastras nos cunhais e remate em cornija, sendo rasgada por vãos retilíneos em eixo, no andar nobre com janela de sacada. Fachadas laterais desiguais, a esquerda com janelas de peitoril ao nível do andar nobre e brasão setecentista central e, a oposta, com loggia de colunas sobre guarda plena, assente em dois arcos de volta perfeita. A fachada posterior é mais simples. A capela apresenta planta retangular simples, com fachadas apilastradas, a principal terminada em frontão triangular, rasgada por portal de verga reta, encimado por friso e cornija e janela de capialço, e ladeado por dois vãos retangulares com moldura terminada em cornija. No interior, possui coro-alto de madeira e, sobre supedâneo, retábulo-mor neoclássico, de planta reta e um eixo. Solar inicialmente de planta retangular, construído no séc. 17 e depois acrescentada com ala transversal criando planta em L, com loggia ao nível do andar nobre. No séc. 19, e ala transversal foi prolongada e recebeu um terceiro piso, criando-se um jardim de inverno com varanda envidraçada. Segundo Armando Barreiros Malheiro da Silva, Luís Pimenta de Castro Damásio e Guilherme Rego da Silva, a torre deve ser posterior ao corpo principal da casa devido ao seu cunhal virado a noroeste ter sido adaptado para fazer o encaixe com o corpo da fachada principal, provocando um nítido desajuste entre os dois cunhais, e devido ao fato de tal encaixe ter sido conseguido sem o desalinho do corpo relativamente à loggia. Segundo os mesmos autores a escadaria da frontaria deve provir de outro local, visto o granito ser de outra qualidade e a gramática arquitetónica ser diferente, provocando certo desequilíbrio no conjunto. As janelas do andar nobre da fachada principal possuem sacada comum duas a duas, com guarda em ferro. O corpo entre a torre e a capela é também de construção posterior, possivelmente do séc. 19, mas a existência do lavabo maneirista no cunhal posterior da torre indica a existência de antiga passagem pela mesma para a capela. A fachada posterior apresenta nítido contraste com as demais, pela simplicidade e ausência de cantarias nas molduras dos vãos e remates, fruto da sua ampliação. O retábulo da capela possui brasão de família a decorar o ático.
Número IPA Antigo: PT011601410010
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Edifício  Residencial senhorial  Casa nobre  Casa nobre  Tipo torre

Descrição

Planta em L irregular, composta por duas alas residenciais, com torre quadrada integrada no ângulo exterior das mesmas e por um outro corpo retangular adossado no ângulo interno, e por capela retangular disposta a S. da torre, possuindo ainda pequeno corpo de ligação entre ambas. Volumes articulados com coberturas diferenciadas em telhados de duas e de quatro águas, rematadas em beirada simples. Fachadas rebocadas e pintadas de branco, à excepção da torre, que é em cantaria aparente, com embasamento, pilastras toscanas nos cunhais, remates em friso e cornija e rasgadas por vãos retilíneos, moldurados, as janelas de peitoril com caixilharia de guilhotina. A fachada principal vira-se a O.. CASA com fachadas de dois pisos, a principal com quatro panos, correspondendo à ala residencial, torre, pequeno corpo de ligação e capela. Ala residencial com o piso térreo rasgado por dois portais laterais, um outro sob a escada, e três janelas retangulares jacentes e, o andar nobre, por seis janelas de sacada, comum duas a duas, de molduras simples, e as sacadas com guarda em ferro; as portas-janelas centrais são precedidas por escada de um lanço com guarda plena de cantaria, colunas de arranque e formando patamar superior, assente em dois pilares, e com guarda em ferro; o lanço das escadas é precedido por quatro degraus quadrangulares e, sob o balcão, possui vão em arco deprimido. Torre com pilastras nos cunhais, e remate em cornija telhada, sobreposta por platibanda plena de cantaria, almofadada, possuindo nos cunhais gárgulas de canhão. É rasgada por quatro vãos sobrepostos, correspondendo no primeiro a portal, no segundo a janela de sacada com guarda em ferro, e no terceiro e quarto a janela de peitoril, tendo a do terceiro guarda de peito e sendo a do último mais pequena. Num plano recuado surge pano de dois pisos, rasgado no primeiro por porta e no segundo por janela de peitoril com caixilharia de guilhotina. Fachada lateral esquerda rasgada ao nível do andar nobre por duas janelas de peitoril, centrando brasão de família. Fachada lateral direita de dois panos. O pano esquerdo apresenta três pisos, separados por cornija, abrindo-se no térreo dois amplos arcos de volta perfeita, sobre pilares, no segundo uma loggia, com colunata de seis colunas assentes em plintos paralelepipédicos, almofadados, integrados em guarda plena de cantaria, sustentando arquitrave, e para onde se abrem várias portas e janelas; o terceiro piso tem dois panos, o esquerdo correspondendo a varanda de ferro envidraçada e o da direita, rebocado e pintado de branco, com janela de peitoril de molduras formando brincos retos. O pano direito, apenas com dois pisos, é mais simples, rasgando-se inferiormente porta com bandeira, ambos moldurados a cantaria, e no piso superior duas janelas de peitoril, igualmente com moldura formando brincos retos. Fachada posterior com alas internas do L mais simples, com faixa pintada de cinzento e remates em beirada dupla, sendo rasgadas por vãos retilíneos, sem molduras. INTERIOR: pela fachada virada a N., por porta rasgada na face interna do L, no extremo esquerdo e recuado, acede-se à grande cozinha rural, de duplo pé direito e teto de madeira inclinado, sobre o travejamento da cobertura; possui chaminé corrida ao longo da face E., dois fornos, um lava-louças em pedra e armário embutido. A partir da cozinha, comunica-se com salas do piso térreo, onde fica também a adega, seccionada por dois amplos arcos de volta perfeita. Uma escada de madeira conduz ao andar nobre e uma porta na face O. conduz à loggia. O andar nobre apresenta vinte e uma divisões, com pavimentos em soalho e tetos de madeira; a ala principal é composta por três salas viradas a O., comunicando entre si por portas de verga reta, de molduras simples, com tetos de madeira, em gamela, um deles com brasão de família pintado. A zona virada a E. é estruturada por corredor central, acedido por salas colocadas nos topos. A torre tem três pisos, podendo ser acedida pela sala do topo da ala residencial virada a O. ou pela ala virada a S.. A loggia tem pavimento em lajes de cantaria e teto de madeira; a S. tem uma porta encimada por fresta de arejamento e pequeno nicho com imagem pétrea e a O. a porta para a torre é ladeada por lavabo, sobreposto à pilastra do cunhal, com espaldar retangular, ornado de acantos, com bica carranca encimada por depósito interiormente concheado, e pia cilíndrica exteriormente gomeada. Da torre tem-se acesso ao coro-alto pelo corpo de ligação. A ala virada a S. possui um terceiro piso, com a varanda envidraçada e ligação à torre no topo. CAPELA com fachadas de cunhais apilastrados, coroados por pináculos piramidais com bola, assentes em plintos paralelepipédicos e terminadas em friso e cornija. Fachada principal terminada em frontão triangular, sem retorno, coroada por cruz latina de braços quadrangulares sobre acrotério, abrindo-se no tímpano óculo circular gradeado. É rasgada por portal de verga reta, terminada em cornija, encimado por friso e cornija, sobreposto por janela de capialço e ladeado por dois janelos gradeados e com moldura terminada em cornija reta. Fachada lateral direita rasgada por janela de capialço no topo da nave. A fachada posterior termina em empena, com friso e cornija, coroada por cruz latina de braços quadrangulares sobre acrotério. Possui corpo saliente para albergar o retábulo, mais baixo e igualmente terminado em empena, sobrelevada e truncada ao centro, onde assenta a sineira, em arco de volta perfeita, sobre pilares ladeados de aletas que se prolongam superiormente, onde é rematada por cruz de braços quadrangulares; alberga sino. INTERIOR com as paredes rebocadas e pintadas de branco, pavimento em cimento, pintado na nave, integrando lápides das sepulturas do 6º e último morgado, António Pereira de Castro Caldas e sua esposa, e cobertura em falsa abóbada de berço abatido, de madeira, sobre cornija do mesmo material. Coro-alto de madeira, assente em seis mísulas de cantaria, com guarda de falsos balaústres torneados, e acedido por porta de verga reta do lado do Evangelho. No lado do Evangelho e no da Epístola existem vãos retilíneos, o da Epístola terminado em cornija, devendo um deles corresponder ao antigo confessionário embutido. No lado da Epístola existe ainda pia de água benta. Sobre supedâneo, com frontais decorados com losangos e acesso frontal por três degraus, dispõe-se o retábulo-mor de talha a branco, com planta reta e um eixo, definido por duas pilastras exteriores e duas colunas interiores, com o terço inferior estriado e com capitéis coríntios, ambos assentes em dupla ordem de plintos paralelepipédicos, os superiores com motivos fitomórficos; ao centro, abre-se tribuna em arco contracurvo, moldurado e com chave relevada, albergando tribuna de quatro degraus, de faces almofadadas e a frontal ornada de motivos vegetalistas; ático em espaldar, contendo ao centro o brasão de família pintado, rematado por entablamento dórico e cornija reta; sobre as colunas dispõem-se urnas. Banco com apainelados ornados de folhagens, integrando ao centro sacrário, rematado com cornija encimada por decoração vazada e com custódia na porta. Altar tipo urna com o frontal decorado por florões, folhagem e laçarias.

Acessos

São Paio, Lugar de Faquelo, Avenida Dr. António Caldas, EM 530

Protecção

Categoria: IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto nº 129/77, DR, 1.ª série, n.º 226 de 29 setembro 1977

Enquadramento

Peri-urbano, isolada, implantação harmónica nos arredores da povoação, adaptada ao declive do terreno. Ergue-se no Lugar do Faquelo, na margem esquerda do rio Vez, sobranceiro a este, para o qual se vira a fachada principal, implantando-se num plano sobranceira à estrada. Junto à fachada principal possui zona relvada, separado do socalco inferior cultivável por sebe, de recorte superior ondulado. A fachada posterior é fechada por corpo agrícola de planta retangular, coberto por telhado de quatro águas e com fachadas de dois pisos, possuindo pano de muro com portão entre este corpo e a fachada virada a N. do corpo principal. No pátio da ala existe latada. Junto à fachada lateral S. existe jardim com fonte de duas taças sobrepostas num tanque central quadrilobado.

Descrição Complementar

O brasão de família da fachada lateral possui escudo de fantasia, envolvido por elementos fitomórficos e volutas e com coronel de nobreza; escudo esquartelado tendo no I quartel as armas dos Pereira: de vermelho, com a cruz de prata florenciada e vazia; no II as armas dos Abreu: de vermelho, com cinco asas de ouro em sautor; no III as armas dos Castro, de 6: de prata, com seis arruelas de azul, 2, 2 e 2; e no IV as armas dos Quesados galegos. O teto do salão nobre tem o brasão de família pintado, com escudo francês ornado com aletas e motivos fitomórficos; o escudo é esquartelado, tendo no I quartel as armas dos Castros; no II as dos Pereira; no III dos Alpoim: de azul, com cinco flores-de-lis de ouro postas em sautor; no IV as armas dos Abreu; sobre o todo pleno as armas dos Caldas: de prata com cinco ciprestes de verde. Na capela o brasão em madeira esculpido, tem escudo francês esquartelado, tendo no I as armas dos Pereiras, no II as dos Castro; no III as dos Abreu; e no IV as dos Caldas. Elmo com virol e timbre dos Pereiras.

Utilização Inicial

Residencial: casa nobre

Utilização Actual

Residencial: casa

Propriedade

Privada: pessoa singular

Afectação

Sem afetação

Época Construção

Séc. 17 / 18 / 19

Arquitecto / Construtor / Autor

Desconhecido.

Cronologia

Séc. 16 - construção da primitiva casa, no campo próximo ao cruzeiro, um pouco abaixo da localização atual; normalmente considera-se Afonso Pereira de Castro o 1º senhor das casas de Faquelo e de Andorinha, casado com D. Maria de Abreu Bacelar, mas, ao que parece, ele sempre viveu na vila de Monção e numa quinta que a sua mulher herdara em Agrelo, freguesia de Mazedo; séc. 17 - construção do núcleo mais antigo da casa; até esta data, a designação da casa mais frequente nos registos paroquiais é a da "Casa e fazenda do lugar de Faquelo"; 1610 - benção da capela, dedicada a Nossa Senhora do Bom Despacho; 1642, 9 outubro - casamento de Francisco Pereira de Castro com D. Beatriz Barbosa da Cunha, na Igreja de São Paio dos Arcos, com dispensa de sua santidade, por serem "parentes no segundo e terceiros graus de consanguinidade"; 1673, 24 novembro - data da morte de Francisco Pereira de Castro; o seu filho mais velho, Francisco de Pereira de Castro, e seu irmão, Alexandre Pereira de Castro (Gomes de Abreu), abade de São Paio da Carvalheira no concelho de Terras de Bouro, ficam ligados à casa; 1676 - regressa do Brasil, onde esteve algum tempo, Francisco de Pereira de Castro e sua mulher Maria Brandão, passando a viver no lugar de Quintela, freguesia de Nogueira, termo da Barca; 1676 / 1684, entre - época provável para as obras de reconstrução da casa da Andorinha, que passa a ter planta em L; 1684 - já moravam na sua quinta de Faquelo; 1688, maio - Domingos Dantas diz a inquiridor eclesiástico ter conhecido "Brites Barboza veuva natoral da villa de Barqua, e moradora nesta ditta freiguesia de São Payo no lugar de Faquello, e della tem conhecimento a mais de trinta annos por haver e saber que ella des menina se criou, e morou em faquello lugar desta freguesia"; 1693, 8 agosto - escritura de dinheiro a juro referindo as "cazas de morada de Francisco Pereira de Castro que são na sua quinta de Andorinha"; 1708, 8 março - morte de D. Maria de Castro, mãe do 1º morgado; 1717 - segundo José Cândido Gomes, D. Rodrigo Moura Teles terá sido hospedado na casa aquando da sua visita pastoral aos Arcos; 1727, 1 setembro - concessão de um confessionário, por provisão de D. Rodrigo de Moura Teles, Arcebispo de Braga; 1730, 3 maio - data da morte de Francisco Pereira de Castro, pai do 1º morgado, sendo sepultado na sua capela das Onze Mil Virgens; 1735, 19 março - data da morte da esposa do 1º morgado, sepultada na capela do solar; 1738, 29 setembro - data da morte do 1º morgado, o qual foi sepultado na capela do solar; o 3º morgado, João António Pereira de Castro Gomes de Abreu Quezado Bacelar e Araújo Marinho de Lançós (nascido em 1723), fez obras na casa da Andorinha, mandando colocar o seu brasão na fachada lateral; 1795 - data do nascimento do filho do 4º morgado, que também passou a viver fora da quinta da Andorinha, deixando-a ao abandono; 1808 - o 3º morgado contribuiu para a resistência contra a invasão francesa com grande quantidade de dinheiro e 10 cavalos arreados; o 4º morgado casou com D. Angélica Maria Rita Joaquina de Magalhães Coelho, passando a viver com frequência na sua propriedade; 1832 / 1834, entre - durante a Guerra Civil, estando o 5º morgado António Pereira de Castro Caldas de Abreu Quesado ausente da casa, a mesma foi saqueada; quando o morgado regressou da casa de Vilar, em Lousada, onde vivia, encontrou falta de muito recheio, visto o feitor o ter levado; 1868 - casamento do Dr. António Pereira de Castro Caldas, 6º e último morgado, com D. Emília Inocência da Cunha; o morgado inicia grandes obras na casa, nomeadamente a construção da varanda envidraçada em ferro forjada, virada a S., destinada a jardim de inverno; aformozamento da quinta, construindo numerosos muros de suporte, a eira e espigueiro, o tanque e o jardim; feitura do atual retábulo da capela para substituição do antigo, e aquisição do sino à casa do Outeiro, freguesia de Vale, concelho de Arcos; 1869, 17 janeiro - nascimento do primogénito do morgado, António Pereira de Castro Caldas, o qual seguiu carreira de advogado, agente governamental e de delegado do procurador; séc. 19 - construção de uma réplica da casa da Andorinha pelo escrivão do Tesouro João Gomes Pereira Castro Caldas, na Baía, Brasil; 1907, fevereiro - data da morte de António Pereira de Castro Caldas na casa da Andorinha, sem descendência; sucede-lhe na posse da quinta o irmão Eugénio Pereira de Castro Caldas (nascido a 16 outubro 1871), que se fixa em Lisboa; 1946, 2 fevereiro data da morte de Eugénio Pereira de Castro Caldas, passando a casa e quinta para a posse dos seus seis filhos e irmãos solteiros; 2009, 08 junho - proposta de estabelecimento de Zona Especial de Proteção da DRCNorte; 15 julho - parecer favorável ao estabelecimento de Zona Especial de Proteção do Conselho Consultivo do IGESPAR, I.P..

Dados Técnicos

Sistema estrutural de paredes autónomas.

Materiais

Estrutura rebocada e pintada de branco ou em cantaria aparente; embasamento, pilares, colunas, frisos, cornijas, arcos, molduras dos vãos, cruzes, pináculos, sineira, lavabo, pia de água benta e outros elementos em cantaria de granito; juntas e pavimento da capela em cimento; portas de madeira ou em ferro; caixilharia e portadas de madeira; pavimento da loggia em cantaria e das dependências em solho de madeira; tetos de madeira; guardas em ferro ou cantaria; cobertura e beirada de telha.

Bibliografia

ALMEIDA, Carlos Alberto Ferreira de - Alto Minho. Lisboa: 1987; ALMEIDA, José Carlos Ferreira de - Tesouros Artísticos de Portugal. Porto: 1988; GOMES, José Cândido - Terras de Valdevês. Arcos: 1899; s.a. - Breve Inventário Artístico do Concelho de Arcos de Valdevez. CMAV: s.d.; SILVA, António Lambert Pereira da - Nobres Casas de Portugal. Porto: vol. 2, s.d.; SILVA, Armando Barreiros Malheiro da, DAMÁSIO, Luís Pimenta de Castro, SILVA, Guilherme Rego da - Casa da Andorinha in Casas Armoriadas do Concelho de Arcos de Valdevez. Subsídios para o Estudo da Nobreza Acoense - Terra de Val de Vez. Arcos: vol. 2, 1992, pp. 85-156.

Documentação Gráfica

Proprietário

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Administrativa

Intervenção Realizada

Proprietário: 1992 - obras de conservação no interior na capela; 2005 - pequena conservação.

Observações

*1 - As armas do Quesados galegos no brasão da fachada lateral apresentam um erro no número de bandas e de mosquetas e na própria figuração destas. Tal apelido foi usado por João António de Castro Gomes de Abreu Quezado Bacelar e Araújo Marinho de Lançós, bisavó do último morgado e provavelmente o responsável pela feitura das armas.

Autor e Data

Paula Noé 1991 / 2012

Actualização

 
 
 
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