Pelourinho de Redinha

IPA.00001849
Portugal, Leiria, Pombal, Redinha
 
Pelourinho quinhentista, de bloco prismático com soco circular e fuste quadrangular de arestas chanfradas, ostentando elementos heráldicos - armas nacionais, cruz de Cristo e esfera armilar.
Número IPA Antigo: PT021015100004
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Estrutura  Judicial  Pelourinho  Jurisdição de ordem militar  Tipo bloco

Descrição

Estrutura em cantaria de calcário, composta por soco circular de quatro degraus sobre o qual assenta a coluna de fuste de secção quadrangular, chanfrada nos ângulos, rematada por prisma quadrangular seguido de forma cónica estriada; adossada ao topo do fuste a cruz de Cristo, a esfera armilar e vestígios de um escudo relevados.

Acessos

Largo de São Francisco. WGS84 (graus decimais) lat.: 40.004615; long.: -8.584992

Protecção

Categoria: IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto nº 23 122, DG, 1.ª série, n.º 231 de 11 outubro 1933

Enquadramento

Urbano. No largo em frente à Igreja de São Francisco (v. PT021015100050) e ao edifício da Junta de Freguesia.

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Judicial: pelourinho

Utilização Actual

Cultural e recreativa: marco histórico-cultural

Propriedade

Pública: estatal

Afectação

Autarquia local, Artº 3º, Dec. nº 23 122, 11 Outubro 1933

Época Construção

Séc. 16

Arquitecto / Construtor / Autor

Desconhecido.

Cronologia

1128 - concessão das terras entre Coimbra e Leiria aos Templários; 1159, Junho - concessão de foral pelo grão-mestre Gualdim Pais; 1513, 16 Dezembro - concessão de foral por D. Manuel I; provável construção do pelourinho; ; 1712 - segundo Carvalho da Costa, a povoação é da comarca de Leiria e tem 500 vizinhos; é comenda da Ordem de Crisato, rendendo 4 mil cruzados, sendo comendador o Conde de Castelo Melhor, Luís de Vasconcelos e Sousa; tem 2 juízes ordinários, 3 vereadores, procurador do concelho, escrivão da câmara, juiz dos órfãos, com o seu respectivo escrivão e tabelião; 1776, 20 Agosto - concessão do título de Conde da Redinha a José Francisco Xavier Maria de Carvalho Melo e Daun; séc. 18, final - nas Memórias Paroquiais, é referido que a povoação, com 20 fogos, é cabeça de Condado, pertencente à família do Marquês de Pombal; tem câmara, juízes e vereadores.

Dados Técnicos

Sistema estrutural autónomo.

Materiais

Estrutura em cantaria de calcário.

Bibliografia

COSTA, António Carvalho da (Padre), Corografia Portugueza, vol. III, Lisboa, Officina Real Deslandesiana, 1712; MALAFAIA, E.B. de Ataíde, Pelourinhos Portugueses - tentâmen de inventário geral, Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1997; SEQUEIRA, Gustavo de Matos, Inventário Artístico de Portugal, vol. V, Lisboa, 1955.

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

DGPC: DGEMN:DSID, SIPA; CMP

Documentação Administrativa

DGARQ/TT: Memórias Paroquiais (vol. 42, n.º 371, fl. 173)

Intervenção Realizada

Nada a assinalar.

Observações

Autor e Data

Isabel Mendonça 1991

Actualização

 
 
 
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