Pelourinho de Alandroal

IPA.00001165
Portugal, Évora, Alandroal, União das freguesias de Alandroal (Nossa Senhora da Conceição), São Brás dos Matos (Mina do Bugalho) e Juromenha (Nossa Senhora do Loreto)
 
Arquitectura jurisdicional, quinhentista. Pelourinho sem remate, pelo que não pode ser alvo de classificação tipológica, com base troncopiramidal e fuste de secção quadrangular e capitel hexagonal, com decoração torsa. Assemelha-se aos pelourinhos de Vila Viçosa e Terena. Pelourinho de que apenas restam dois fragmentos, destacando-se o capitel, com elemento cordiforme, que aponta para a feitura no período manuelino.
Número IPA Antigo: PT040701010004
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Estrutura  Judicial  Pelourinho  Jurisdição de ordem militar  Sem remate

Descrição

Fragmentos do primitivo pelourinho, em cantaria de mármore, com o fuste com a parte inferior em depressão côncava, quase cilíndrica, de onde arranca pilastra de secção quadrada. Resta, ainda, o primitivo capitel, hexagonal, com simples moldura, escócia decorada por grosso cordão entrançado e toro circular simples, e a base, tronco-piramidal.

Acessos

Largo da República

Protecção

Categoria: IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto n.º 23 122, DG, n.º 231 de 11 outubro 1933

Enquadramento

Urbano. Guardado no quintal do edifício dos Paços do Concelho, deitado por terra.

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Judicial: pelourinho

Utilização Actual

Cultural e recreativa: marco histórico-cultural

Propriedade

Pública: estatal

Afectação

Autarquia local, Artº 3º, Dec. nº 23 122, 11 Outubro 1933

Época Construção

Séc. 16

Arquitecto / Construtor / Autor

Desconhecido

Cronologia

1486, 29 Abril - concessão de foral por D. João II; 1514, 10 Outubro - foral novo por D. Manuel I; provável construção do pelourinho, junto aos Paços do Concelho, situados provavelmente na zona do Castelo; a vila pertence à Comenda da Ordem de Avis; 1758 - nas Memórias Paroquiais, assinadas pelo pároco Frei Bento Ferrão Castelo Branco, é referido que a povoação tem juiz ordinário; séc. 19 - a estrutura é apeada; 1987 - limpeza dos fragmentos e elaboração de dois projectos de reconstrução da estrutura; 2009, 8 julho - Despacho do Director do IGESPAR, determinando manter a classificação atendendo à forma correcta como foi feita a reconstituição do pelourinho.

Dados Técnicos

Fragmentos.

Materiais

Capitel em mármore branco; fuste de ardósia.

Bibliografia

CHAVES, Luis, Os Pelourinhos. Elementos para o seu catálogo geral, Lisboa, 1938; ESPANCA, Túlio, Inventário Artístico de Portugal. Distrito de Évora, Lisboa, 1978; MALAFAIA, E.B. de Ataíde, Pelourinhos Portugueses - tentâmen de inventário geral, Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1997; http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/74743 [consultado em 1 agosto 2016].

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Administrativa

IHRU: DGEMN/DSID: DGARQ/TT: Memórias Paroquiais (vol. 1, n.º 64, fl. 439-462)

Intervenção Realizada

Nada a assinalar.

Observações

Autor e Data

Rosário Gordalina 1992

Actualização

 
 
 
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